Penso que é o texto de despedida deste blogue.
O título diz tudo!!!
De qualquer das formas, espero que definitivamente seja o último texto que faço dedicado a ti!!!
Sei que nunca o vais ler, para além que gostava que um dia lesses isto, e pensasses.
Espero que assentes!!!
Espero que esta passagem que tu tiveste pela minha vida, te possa dar alguma mentalidade.
Tens 16 anos, não te posso dizer para não viveres a vida, quando estás na melhor altura da tua vida, que é a adolescência.
Mas gostava que soubesses que foste das pessoas que mais me marcaram em toda a minha vida, se não mesmo a que mais me marcou.
Eu sei dessa relação do vai que não vai que tens escondido de tudo e todos, menos das tuas melhores amigas.
Mas sinceramente não me incomoda.
A vida dá muitas voltas.
Eu há uma semana atrás ainda sentia muito por ti.
Ainda pensava muito em ti.
Sabes, cheguei a pensar em suicídio.
Não por tua causa, mas por causa do sentimento que tinha por ti, que nunca mais ia embora, e que me matava lentamente diariamente.
Mas tive bons amigos que me agarraram para eu não o fazer.
E passado uma semana, a minha vida deu uma volta enorme de 180º, para melhor.
Voltei a lembrar-me qual era o verdadeiro sentido da vida, graças aos meus amigos mais próximos, que eu apelido de irmãos.
Há coisas que acontecem, e que nós não podemos negar.
Eu não me arrependo de nada do que aconteceu.
É óbvio que vais ser sempre uma miúda muito especial para mim, e espero continuar a ter a amizade que tive contigo noutros tempos, agora que este sentimento já foi praticamente na totalidade.
Ou melhor, eu não esqueci, mas ultrapassei!
Fui obrigado a isso mesmo!
Aprendi nestes 3 meses de reflexão que tudo tem um porquê na vida.
O teu porquê foi ensinares-me que nada na vida é garantido!!!
E hoje digo isto com a cabeça bem erguida e levantada.
Não há culpados de nada ter dado entre nós.
Muitas vezes apontei as culpas a ti, outras vezes às tuas melhores amigas, outras a mim mesmo, mas o tempo fez me perceber que simplesmente as coisas entre nós não tinham que dar.
Porque o que é nosso, às nossas mãos vêm ter, sem termos que andar a sofrer.
Eu podia dizer tanta coisa.
Eu tive muito em baixo por tua causa, mas fazes parte de uma fase muito linda na minha vida.
Em que eu cheguei a pontos que nunca tinha conseguido chegar, em que pensei que nunca fosse conseguir chegar.
O amor que eu tinha por ti, fez me fazer coisas muito lindas, que eu nunca pensei sequer que fosse capaz.
E isso é a única coisa que eu quero levar para a vida!!!
A ausência do medo de algo.
Eu acho que nós na vida começamos a perder o medo, quando começamos a vivê-la intensamente.
E no fundo é isso!!!
Só tenho a agradecer os ótimos momentos que passei a teu lado com este sentimento.
Momentos esses que foram muitos mesmos!!!
A partir de hoje, com outros olhos, com outra mentalidade, e com outro sentimento (o de amizade apenas) espero conseguir ser o amigo que devia ter sido sempre, e que nunca consegui, por causa dessa mesma paixão.
A vida é isto mesmo!!!
E quando estiveres em baixo, por alguma circunstância da tua vida, lembra-te que eu vou estar sempre aqui para desabafar.
Quando for para irmos sair à noite, estamos cá para curtir, para beber, para cair e levantar!!!
É o que digo a todos os meus amigos mais próximos, e é aquilo que também te digo a ti!!!
Obrigado por todos os momentos que passei a teu lado "M".
A partir de hoje, vem um novo eu.
Estou de volta, e muito mais forte do que estava!
E com este texto, fecha-se um dos ciclos mais sofridos e mais lindos (tudo ao mesmo tempo) que tive em toda a minha vida!!!
Bola para o mato, que o jogo é de campeonato!!!
Até sempre!!!
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
domingo, 12 de agosto de 2018
Desabafo
Sabes, já passou tanto tempo…
Tanto tempo que não te vejo, tanto tempo que não falo contigo, tanto tempo que não me divirto a teu lado.
Sabes, mesmo para além de tudo, sinto uma enorme falta de ti.
De momentos que nunca mais vão voltar.
Os tempos hoje são outros.
Hoje tu tens os teus amigos, eu tenho os meus.
Tu tens a tua paixão, e eu tenho a minha, que continua a seres tu.
Mas sei que deixei passar o tempo, e sei que o que foi já não vai voltar a ser.
Não vou estar aqui com "Rodriguinhos", custa-me muito!
É incrível a quantidade de vezes em que estamos no mesmo local, e não nos vemos.
Mas nem sei se seria bom para mim voltar a ver te.
Neste momento eu só queria ter de volta a amizade que nós tínhamos.
E eu sinto que o tempo vai voltar a juntar esta amizade, mas quando?
Quando eu embarcar daqui para fora, e for lutar pelo o meu sonho de criança para bem longe daqui?
Acho que a vida prega-nos muitas rasteiras.
A rasteira que mais me está a custar, és tu.
Foste a maior rasteira que a vida me pregou.
Sabes, eu conheço tanta gente por este país fora.
Se não conheço um milhar de pessoas, se calhar ando lá perto disso.
E o que é incrível, é que fui logo deixar-me apaixonar por ti.
Havia tanta gente que se calhar merecia muito mais que tu.
Mas falta juízo neste meu coração.
Eu já te conheço há algum tempo.
Apaixonei-me por ti, quase que do nada.
Tivemos tantas noites juntos, em que eu olhava para ti, como olhava para outra gaja ou qualquer outra amiga minha.
Mas sabes, houve uma noite que me marcou!
Lembro-me bem dessa noite.
Foi no dia 9 de março deste ano.
Era uma sexta feira.
E eu nem era para ir sair, mas um amigo meu foi, e convidou-me para ir.
E eu só fui por causa dele.
Lembro-me que essa noite foi galática!
Fomos corridos de um bar, depois fomos para outro mamar shots, e tinhas tu 15 anos na altura, e acabamos numa discoteca todos juntos.
Eramos muitos, malta de fora do país.
E sabes, tu nessa noite dás-me um abraço que me marcou.
Senti nesse abraço que havia algo muito especial em ti, e que eras uma miúda muito especial.
Sabes, acabei por sair daquele bar com a sensação que não podia deixar escapar aquele momento.
Senti que tinha que fazer algo mais, e se fosse necessário, lutar por ti.
Depois veio as férias da páscoa.
Creio que te vi numa noite de sábado com a tua melhor amiga, e fiquei convosco, paguei-vos uma bebida, e saí da discoteca mais para lá do que para cá.
Mas sabes, o meu medo de na altura poder vir a sofrer, fez com que demorasse a começar a falar contigo.
Eu só comecei a falar contigo (e quando digo falar, é pelas redes sociais) no final desse mês de março.
Lembro-me que eu estava de viagem, e tu também.
E lembro-me que tu mandaste-me um snap a dizeres que estavas em viagem, e que ias para um sítio.
E eu depois respondi-te, e disse que tu estavas a meio do meu caminho.
E a partir daí começamos a falar pelas redes sociais (quase sempre pelo o Snapchat).
Depois as coisas começaram a evoluir.
Devagar, bem devagarinho.
Combinei contigo mais umas noites, que ainda cheguei a ir sair.
O problema é que eu já não te via na escola, porque eu tinha entrado em estágio.
Eu só ia lá fazer a PAP.
E muitas vezes (e sou sincero), só ia lá para te ver.
Queria eu lá saber da PAP.
Desde que eu fosse à escola, te visse, te cumprimentasse (com o cumprimento muito especial que nós tínhamos, em que cumprimentávamo-nos há manos, e depois eram sempre 2 beijinhos de seguida) e falasse contigo, o meu dia já estava feito.
E depois houve situações que me levaram a crer que as coisas efetivamente podiam resultar.
Houve uma vez que eu fui à escola fazer a PAP. E já tinha tocado para a entrada há 5 minutos. E eu pensei: "Ela já entrou de certeza, por isso vejo-a no próximo intervalo." Só que quando eu entro na escola, e olho para o fundo da escola, ia uma miúda linda a entrar no bloco (que eras tu).
E tu antes de entrares no bloco olhas para mim, entras no bloco, raciocinas, dás um passo atrás, e viste que era mesmo eu.
E o que tu fizeste?
Vieste a correr da outra ponta da escola até mim, só para me cumprimentares.
F***-se, achas que eu acredito que foi tudo uma mera m**** de ilusão minha?
Eu tenho a certeza que não!
E depois há outro episódio em que eu senti que com o tempo as coisas poderiam vir a resultar.
Foi noutra ida minha à escola, em que eu sento-me no banco à frente da cantina.
Eu sabia que tu estavas lá a almoçar.
E fiquei à tua espera.
E quando saíste da cantina, vinhas com 2 colegas teus da tua turma.
E o que fizeste?
Pediste a eles que fossem dar uma volta, para tu poderes sentar-te a meu lado, e falares comigo, só os 2.
F***-se, como é que me pude iludir tanto?
Como é que nada destas m****s teve significado para ti?
Nas redes sociais tivemos tantos momentos de confraternização.
Lembro-me muito bem duma noite (a que mais me marcou) em que eu estava em casa, e que apanhei uma bebedeira de vinho descomunal.
E o clima da nossa conversa estava mesmo bué bom.
Era quase meia noite, tu tinhas aulas no dia a seguir, e nenhum de nós queria desligar da conversa.
Eu dizia: "Vou descansar. Boa noite. Dorme bem.".
Depois tu dizias algo, e ficávamos ali mais um bocado.
Tu a mesma coisa…
F***-se, como é que de um momento para o outro isto tudo acabou?
E depois foi a noite dos teus 16 anos.
A noite em que eu fui ao céu e ao inferno.
Tudo numa noite.
E a partir daí, vim em queda livre até aos dias de hoje.
Primeiro deixamo-nos de falar nas redes sociais, depois deixamos de combinar cenas, até agora que nem nos vemos.
Mas sabes, aprendi muito mesmo!
Uma das principais lições que eu aprendi, é que nada na vida é garantido, enquanto não é oficial.
Que nós não temos nada na nossa mão, porque de um momento para o outro isso pode voar.
E foi precisamente o que aconteceu contigo.
Eu em duas semanas (não precisei de mais) passei de bestial a besta na tua vida.
É injusto!
É ingrato para mim!
Mas é a vida!
E foi uma aprendizagem que tive.
Infelizmente aprendi da pior maneira, mas só temos que aceitar.
Ainda hoje me perguntavam se tivesse um superpoder, qual seria?
E eu respondi que seria o de viajar no tempo.
De poder corrigir coisas que hoje já não posso.
É ingrato na vida nós querermos corrigir um erro, e não podermos.
Mas sabes, quando uma pessoa pensa que já passou, só se está a mentir a si mesma… As coisas levam o seu tempo a passar, mas às vezes na vida nós queremos para agora aquilo que só se pode ter amanhã.
Ou seja, algumas mágoas levam algum tempo a serem apagadas.
Por muito que nós queiramos que seja agora, só o tempo muitas vezes ajuda. E a única solução que nós temos, no fundo é sermos fortes.
Porque se nós não tivermos essa força, ninguém nos vai dar.
Essa força que nós precisamos está dentro de nós!
Muitas vezes muito bem escondida, só nos resta ir à procura dessa força no pensamento e no sentimento!
Tanto tempo que não te vejo, tanto tempo que não falo contigo, tanto tempo que não me divirto a teu lado.
Sabes, mesmo para além de tudo, sinto uma enorme falta de ti.
De momentos que nunca mais vão voltar.
Os tempos hoje são outros.
Hoje tu tens os teus amigos, eu tenho os meus.
Tu tens a tua paixão, e eu tenho a minha, que continua a seres tu.
Mas sei que deixei passar o tempo, e sei que o que foi já não vai voltar a ser.
Não vou estar aqui com "Rodriguinhos", custa-me muito!
É incrível a quantidade de vezes em que estamos no mesmo local, e não nos vemos.
Mas nem sei se seria bom para mim voltar a ver te.
Neste momento eu só queria ter de volta a amizade que nós tínhamos.
E eu sinto que o tempo vai voltar a juntar esta amizade, mas quando?
Quando eu embarcar daqui para fora, e for lutar pelo o meu sonho de criança para bem longe daqui?
Acho que a vida prega-nos muitas rasteiras.
A rasteira que mais me está a custar, és tu.
Foste a maior rasteira que a vida me pregou.
Sabes, eu conheço tanta gente por este país fora.
Se não conheço um milhar de pessoas, se calhar ando lá perto disso.
E o que é incrível, é que fui logo deixar-me apaixonar por ti.
Havia tanta gente que se calhar merecia muito mais que tu.
Mas falta juízo neste meu coração.
Eu já te conheço há algum tempo.
Apaixonei-me por ti, quase que do nada.
Tivemos tantas noites juntos, em que eu olhava para ti, como olhava para outra gaja ou qualquer outra amiga minha.
Mas sabes, houve uma noite que me marcou!
Lembro-me bem dessa noite.
Foi no dia 9 de março deste ano.
Era uma sexta feira.
E eu nem era para ir sair, mas um amigo meu foi, e convidou-me para ir.
E eu só fui por causa dele.
Lembro-me que essa noite foi galática!
Fomos corridos de um bar, depois fomos para outro mamar shots, e tinhas tu 15 anos na altura, e acabamos numa discoteca todos juntos.
Eramos muitos, malta de fora do país.
E sabes, tu nessa noite dás-me um abraço que me marcou.
Senti nesse abraço que havia algo muito especial em ti, e que eras uma miúda muito especial.
Sabes, acabei por sair daquele bar com a sensação que não podia deixar escapar aquele momento.
Senti que tinha que fazer algo mais, e se fosse necessário, lutar por ti.
Depois veio as férias da páscoa.
Creio que te vi numa noite de sábado com a tua melhor amiga, e fiquei convosco, paguei-vos uma bebida, e saí da discoteca mais para lá do que para cá.
Mas sabes, o meu medo de na altura poder vir a sofrer, fez com que demorasse a começar a falar contigo.
Eu só comecei a falar contigo (e quando digo falar, é pelas redes sociais) no final desse mês de março.
Lembro-me que eu estava de viagem, e tu também.
E lembro-me que tu mandaste-me um snap a dizeres que estavas em viagem, e que ias para um sítio.
E eu depois respondi-te, e disse que tu estavas a meio do meu caminho.
E a partir daí começamos a falar pelas redes sociais (quase sempre pelo o Snapchat).
Depois as coisas começaram a evoluir.
Devagar, bem devagarinho.
Combinei contigo mais umas noites, que ainda cheguei a ir sair.
O problema é que eu já não te via na escola, porque eu tinha entrado em estágio.
Eu só ia lá fazer a PAP.
E muitas vezes (e sou sincero), só ia lá para te ver.
Queria eu lá saber da PAP.
Desde que eu fosse à escola, te visse, te cumprimentasse (com o cumprimento muito especial que nós tínhamos, em que cumprimentávamo-nos há manos, e depois eram sempre 2 beijinhos de seguida) e falasse contigo, o meu dia já estava feito.
E depois houve situações que me levaram a crer que as coisas efetivamente podiam resultar.
Houve uma vez que eu fui à escola fazer a PAP. E já tinha tocado para a entrada há 5 minutos. E eu pensei: "Ela já entrou de certeza, por isso vejo-a no próximo intervalo." Só que quando eu entro na escola, e olho para o fundo da escola, ia uma miúda linda a entrar no bloco (que eras tu).
E tu antes de entrares no bloco olhas para mim, entras no bloco, raciocinas, dás um passo atrás, e viste que era mesmo eu.
E o que tu fizeste?
Vieste a correr da outra ponta da escola até mim, só para me cumprimentares.
F***-se, achas que eu acredito que foi tudo uma mera m**** de ilusão minha?
Eu tenho a certeza que não!
E depois há outro episódio em que eu senti que com o tempo as coisas poderiam vir a resultar.
Foi noutra ida minha à escola, em que eu sento-me no banco à frente da cantina.
Eu sabia que tu estavas lá a almoçar.
E fiquei à tua espera.
E quando saíste da cantina, vinhas com 2 colegas teus da tua turma.
E o que fizeste?
Pediste a eles que fossem dar uma volta, para tu poderes sentar-te a meu lado, e falares comigo, só os 2.
F***-se, como é que me pude iludir tanto?
Como é que nada destas m****s teve significado para ti?
Nas redes sociais tivemos tantos momentos de confraternização.
Lembro-me muito bem duma noite (a que mais me marcou) em que eu estava em casa, e que apanhei uma bebedeira de vinho descomunal.
E o clima da nossa conversa estava mesmo bué bom.
Era quase meia noite, tu tinhas aulas no dia a seguir, e nenhum de nós queria desligar da conversa.
Eu dizia: "Vou descansar. Boa noite. Dorme bem.".
Depois tu dizias algo, e ficávamos ali mais um bocado.
Tu a mesma coisa…
F***-se, como é que de um momento para o outro isto tudo acabou?
E depois foi a noite dos teus 16 anos.
A noite em que eu fui ao céu e ao inferno.
Tudo numa noite.
E a partir daí, vim em queda livre até aos dias de hoje.
Primeiro deixamo-nos de falar nas redes sociais, depois deixamos de combinar cenas, até agora que nem nos vemos.
Mas sabes, aprendi muito mesmo!
Uma das principais lições que eu aprendi, é que nada na vida é garantido, enquanto não é oficial.
Que nós não temos nada na nossa mão, porque de um momento para o outro isso pode voar.
E foi precisamente o que aconteceu contigo.
Eu em duas semanas (não precisei de mais) passei de bestial a besta na tua vida.
É injusto!
É ingrato para mim!
Mas é a vida!
E foi uma aprendizagem que tive.
Infelizmente aprendi da pior maneira, mas só temos que aceitar.
Ainda hoje me perguntavam se tivesse um superpoder, qual seria?
E eu respondi que seria o de viajar no tempo.
De poder corrigir coisas que hoje já não posso.
É ingrato na vida nós querermos corrigir um erro, e não podermos.
Mas sabes, quando uma pessoa pensa que já passou, só se está a mentir a si mesma… As coisas levam o seu tempo a passar, mas às vezes na vida nós queremos para agora aquilo que só se pode ter amanhã.
Ou seja, algumas mágoas levam algum tempo a serem apagadas.
Por muito que nós queiramos que seja agora, só o tempo muitas vezes ajuda. E a única solução que nós temos, no fundo é sermos fortes.
Porque se nós não tivermos essa força, ninguém nos vai dar.
Essa força que nós precisamos está dentro de nós!
Muitas vezes muito bem escondida, só nos resta ir à procura dessa força no pensamento e no sentimento!
sexta-feira, 3 de agosto de 2018
Estaca 0
Parece que voltei à estaca 0.
Já passou 2 meses de tudo, mas não consigo por muito que queira aceitar tudo isto.
Sabes, marcaste-me de uma forma que nunca ninguém me tinha marcado, e por isso isto está a demorar a passar.
Mesmo sabendo que não é verdade, sinto que deixei escapar o "meu" mundo por entre os dedos da mão.
Sabes, eu ainda dou por mim a pensar muitas vezes no porquê de nós não termos dado.
Ou melhor, não consigo perceber o porquê de muitas coisas terem mudado.
E ainda por cima tu não foste sincera comigo.
Eu sinto isso!
Mas sabes, neste momento já passou tanto tempo, que mesmo que voltasses por obra do acaso, de algo ou alguém, eu já não te queria nem dada.
Mesmo ainda te amando como te amo.
Porquê que tu foste deixando eu avançar, sabendo tu que eu gostava de ti?
Porquê que não meteste um travão antes de tudo isto acontecer?
Eu tenho a certeza que se tivesses colocado um travão cedo nisto, neste momento já teria te ultrapassado.
E não me venhas dizer que tu e a tua amiga não sabiam que eu gostava de ti, porque vocês não são burras nenhumas.
Gostava tanto de um dia ter resposta a estas duas perguntas, mas sei que isso nunca irá acontecer.
Custa-me tanto olhar para os extraordinários momentos que passei ao teu lado, e ver que isso nunca mais irá voltar.
Sinto sem forças para continuar a caminhada da vida.
Sinto que por mais que eu possa lutar por algo, nunca irei ser congratulado.
Eu nunca consegui conquistar nada na vida por mérito próprio.
Meto-me em lutas difíceis ou quase impossíveis, como dizem muitos, vou lutando, e por acaso vou tendo resultados que estão quase à vista de todos, e quando chega à hora H, falho sempre!
Parece que falta a tal estrelinha da sorte, que tende a não querer iluminar o meu caminho.
Foi assim contigo, e tem sido assim em quase todas as lutas da minha vida!
Se eu vim ao mundo para estar sempre a morrer na praia, o que é que eu estou aqui a fazer?
Sinto-me devastado por estar sempre a lutar para o c******!
A vida não me deixou apreciar nada, porque até hoje nunca consegui ganhar nada com mérito próprio, porque por muito que eu possa lutar, falho sempre na hora de todas as decisões.
Sou um c****, sou um m*****, sou tudo o que um falhado desta vida é!
Já passou 2 meses de tudo, mas não consigo por muito que queira aceitar tudo isto.
Sabes, marcaste-me de uma forma que nunca ninguém me tinha marcado, e por isso isto está a demorar a passar.
Mesmo sabendo que não é verdade, sinto que deixei escapar o "meu" mundo por entre os dedos da mão.
Sabes, eu ainda dou por mim a pensar muitas vezes no porquê de nós não termos dado.
Ou melhor, não consigo perceber o porquê de muitas coisas terem mudado.
E ainda por cima tu não foste sincera comigo.
Eu sinto isso!
Mas sabes, neste momento já passou tanto tempo, que mesmo que voltasses por obra do acaso, de algo ou alguém, eu já não te queria nem dada.
Mesmo ainda te amando como te amo.
Porquê que tu foste deixando eu avançar, sabendo tu que eu gostava de ti?
Porquê que não meteste um travão antes de tudo isto acontecer?
Eu tenho a certeza que se tivesses colocado um travão cedo nisto, neste momento já teria te ultrapassado.
E não me venhas dizer que tu e a tua amiga não sabiam que eu gostava de ti, porque vocês não são burras nenhumas.
Gostava tanto de um dia ter resposta a estas duas perguntas, mas sei que isso nunca irá acontecer.
Custa-me tanto olhar para os extraordinários momentos que passei ao teu lado, e ver que isso nunca mais irá voltar.
Sinto sem forças para continuar a caminhada da vida.
Sinto que por mais que eu possa lutar por algo, nunca irei ser congratulado.
Eu nunca consegui conquistar nada na vida por mérito próprio.
Meto-me em lutas difíceis ou quase impossíveis, como dizem muitos, vou lutando, e por acaso vou tendo resultados que estão quase à vista de todos, e quando chega à hora H, falho sempre!
Parece que falta a tal estrelinha da sorte, que tende a não querer iluminar o meu caminho.
Foi assim contigo, e tem sido assim em quase todas as lutas da minha vida!
Se eu vim ao mundo para estar sempre a morrer na praia, o que é que eu estou aqui a fazer?
Sinto-me devastado por estar sempre a lutar para o c******!
A vida não me deixou apreciar nada, porque até hoje nunca consegui ganhar nada com mérito próprio, porque por muito que eu possa lutar, falho sempre na hora de todas as decisões.
Sou um c****, sou um m*****, sou tudo o que um falhado desta vida é!
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
Mil e Uma Coisas
Já se passou praticamente 2 meses, desde que eu disse oficialmente adeus a um amor que eu sentia por ti. Ou melhor, não ao amor, mas às chances de poder ter algo contigo, mais que amizade.
Ao fim de 2 meses, percebo que ainda não te esqueci.
Que o sentimento, independentemente de ser maior ou menor, ainda continua cá dentro.
Que existem momentos e dias em que penso que já te consegui esquecer, mas depois parece que tudo volta à estaca 0.
É esta indefinição psicológica que me mata!
Num momento sinto que "eras uma vez", e depois quando estou em casa só, começo a pensar em ti, na mágoa que me deixaste quando me prometeste a tua amizade, e não saiu disso mesmo, de uma promessa.
Tenho saudades da nossa amizade!
De trocar inúmeros snaps contigo todas as noites, de constantemente mandar fotos a mandar-te caretas, saudades daquelas conversas por emojis, saudades das nossas conversas durante a noite, saudades das insónias que tinha só de pensar em ti, saudades de me deitar tarde por causa de ti, saudades de perguntar-te como te tinha corrido o dia, saudades de perguntar-te o que tinhas feito, em fim, no fundo é a saudade que me mata.
Claro que nestes 2 meses tentei afastar-me.
Tentei fazer mil e uma coisas que me afastassem o pensamento recaído sobre ti.
Sei lá, saio à noite quase diariamente, quando posso apanho bebedeiras para esquecer, farto-me de andar a pé, como gelados, vou a sítios que às vezes fico anos sem passar, vou ao cinema, sei lá, faço tudo o que posso para te esquecer.
Mas infelizmente não me sais da cabeça.
E sabes o que me dá mais raiva e nojo no meio disto tudo?
O desprezo com que me tens tratado!
Na vida sempre me ensinaram que o desprezo é um sinal de insegurança absoluta.
E isso só mostra a tua insegurança em relação a tudo.
Eu sei que gostas de alguém.
E sei que esse alguém não sou eu.
E mesmo que fosse, neste momento eu já não te queria nem dada.
Porque para além de eu ainda gostar de ti, de te amar, e de ainda mexeres comigo, sei que o melhor para mim é ter te bem longe.
Porque tu ainda és uma "pita".
Para algumas coisas tens uma mentalidade incrível e acima da média, mas para outras coisas que ainda por cima são as principais ainda és uma criança a nível mental.
Claro que podia e devia falar das tuas companhias, é inevitável, mas não é justo estar sempre a bater nas tuas amigas, porque elas têm culpa, mas tu também tens.
Tu deixaste de ser diferente para seres igual a todas as outras.
Lá está, é aquela fase estúpida e parva da adolescência, em que não sabes o que fazes, nem fazes o que sabes.
Mas enfim, neste momento aquilo que eu só queria, visto que não te consigo esquecer, era pegar-me em mim, e ir viver para Marte ou para a Lua, para ter a certeza que jamais te iria ver, e jamais iria sentir a tua falta.
Ao fim de 2 meses, percebo que ainda não te esqueci.
Que o sentimento, independentemente de ser maior ou menor, ainda continua cá dentro.
Que existem momentos e dias em que penso que já te consegui esquecer, mas depois parece que tudo volta à estaca 0.
É esta indefinição psicológica que me mata!
Num momento sinto que "eras uma vez", e depois quando estou em casa só, começo a pensar em ti, na mágoa que me deixaste quando me prometeste a tua amizade, e não saiu disso mesmo, de uma promessa.
Tenho saudades da nossa amizade!
De trocar inúmeros snaps contigo todas as noites, de constantemente mandar fotos a mandar-te caretas, saudades daquelas conversas por emojis, saudades das nossas conversas durante a noite, saudades das insónias que tinha só de pensar em ti, saudades de me deitar tarde por causa de ti, saudades de perguntar-te como te tinha corrido o dia, saudades de perguntar-te o que tinhas feito, em fim, no fundo é a saudade que me mata.
Claro que nestes 2 meses tentei afastar-me.
Tentei fazer mil e uma coisas que me afastassem o pensamento recaído sobre ti.
Sei lá, saio à noite quase diariamente, quando posso apanho bebedeiras para esquecer, farto-me de andar a pé, como gelados, vou a sítios que às vezes fico anos sem passar, vou ao cinema, sei lá, faço tudo o que posso para te esquecer.
Mas infelizmente não me sais da cabeça.
E sabes o que me dá mais raiva e nojo no meio disto tudo?
O desprezo com que me tens tratado!
Na vida sempre me ensinaram que o desprezo é um sinal de insegurança absoluta.
E isso só mostra a tua insegurança em relação a tudo.
Eu sei que gostas de alguém.
E sei que esse alguém não sou eu.
E mesmo que fosse, neste momento eu já não te queria nem dada.
Porque para além de eu ainda gostar de ti, de te amar, e de ainda mexeres comigo, sei que o melhor para mim é ter te bem longe.
Porque tu ainda és uma "pita".
Para algumas coisas tens uma mentalidade incrível e acima da média, mas para outras coisas que ainda por cima são as principais ainda és uma criança a nível mental.
Claro que podia e devia falar das tuas companhias, é inevitável, mas não é justo estar sempre a bater nas tuas amigas, porque elas têm culpa, mas tu também tens.
Tu deixaste de ser diferente para seres igual a todas as outras.
Lá está, é aquela fase estúpida e parva da adolescência, em que não sabes o que fazes, nem fazes o que sabes.
Mas enfim, neste momento aquilo que eu só queria, visto que não te consigo esquecer, era pegar-me em mim, e ir viver para Marte ou para a Lua, para ter a certeza que jamais te iria ver, e jamais iria sentir a tua falta.
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