quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Paixão

Permitam-me pela primeira vez (e espero que seja a primeira de muitas), deitar abaixo aquilo que é o título deste blog.
Basicamente, a partir de agora, vou falar numa miúda que me tem surpreendido muito pela positiva, e pela qual estou a começar a gostar dela, por tudo o que ela é.

Então, isto é uma longa história (só tem 7 dias), mas já é uma longa história.
Tudo começou no número frisado de dias anteriores 😂😂😂😂, houve uma dama que eu não conhecia de lado nenhum, e veio-me seguir em tudo o que era redes sociais (do nada mesmo) (tt, Insta, Snap).
E como é óbvio, achei bué estranho.
Fui stalkear as redes sociais dela, e vi que ela era de uma escola da minha cidade (eu agora estou a estudar a 600kms da minha terra), e vi umas fotos dela com a turma de um grande mano mesmo que eu tenho.
Tudo bem não liguei.
Entretanto mandou-me snap, numa daquela de fazer chamas no Snap comigo, e eu como estava no Mac, mandei-lhe um snap a comer no Mac.
E ela virou-se para mim:
"Ah, vais ao Mac e nem convidas.
Também como é que tu ias me convidar, se não me conheces?".
E começamos a falar a partir daí.
Mas mesmo assim estava bué à nora, juro!!!
Então fui falar com esse maninho, que é um amigo meu de infância, e fui perguntar-lhe se conhecia a miúda. E ele respondeu-me que era da turma dela. Opá, depois perguntei-lhe como é que ela era, só ouvi bem da miúda. E eu confio mesmo bué nele.
E então ya, decidi mesmo continuar a falar com ela, e de lá para cá, tirando no segundo dia, temos falado praticamente a toda a hora.
No terceiro dia, eu falei com ela, porque como ela é portuguesa e inglesa, eu disse-lhe que ela tinha que me dar umas lições de inglês.
E ela virou-se para mim:
"Ah, se quiseres o meu número para eu te ajudar, eu dou-te."
E eu ainda lhe perguntei:
"Mas tu conheces-me há 3 dias, e já me estás a dar assim o número?"
E ela:
"Ah, mas é só para eu te ajudar com o inglês" (não acreditam nisso, pois não? 😂😂😂 nem eu acreditei nisso na altura).
Tudo bem, trocamos os números, e continuei a falar com ela até altas horas da madrugada, até que há um momento em que ela se vira:
"Ah, estamos aqui a falar como se amanhã não tivéssemos aulas."
E eu disse-lhe que não tinha, e depois mandei-lhe um snap de boas noites.
E ela virou-se para mim:
"Já me vais abandonar?"
E eu:
"Então mas não tens aulas amanhã?"
E eu a picar-lhe:
"Então porquê que dizes isso?
A companhia é boa?"
E ela:
"Olha, se a companhia não fosse boa, nem te dava o meu número."
Ya, fiquei mesmo lagosta 😂😂😂!!!
Opá, e temos andado assim, a quase toda a hora.
Vejam bem, que no quinto dia combinei com ela fazer web, e estivemos a fazer web cerca de 2h30m.
Eu juro, estou a começar a ficar bué apaixonado, e tenho quase a certeza que é recíproco, porque foi ela quem deu o primeiro passo.
E para além disso, ela dá bola.
E juro, a miúda é bué gira mesmo, e tem bué talentos!!!
Mas o que eu gosto mais nela, é da personalidade extraordinária que ela tem.
Só quero ir à minha terra, para a conhecer pessoalmente, e estar com ela.
Vejam só que até já combinamos um cinema e tudo!!! 😂😂😂
Eu acredito cada vez mais que as coisas no amor não são uma questão de tempo, são uma questão de química!!!
E isso, eu e ela temos!!!

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

O Regresso Inesperado

Passado 1 mês, e quando menos esperava, acabo de regressar a este blogue, que foi um dos grandes suportes da minha vida durante este verão.
Durante este mês, muita coisa mudou.
Voltei a aproximar-me da minha ex-crush, mas apenas com o sentimento de amizade.
No fundo sempre foi essa a remissão que eu queria, caso não conseguisse aquilo que durante algum tempo cheguei mesmo a pensar que se fosse realizar, e que era como um sonho (entre março e maio deste ano).
Cheguei a aproximar-me dela, quando eu menos esperava.
É uma miúda que me vai sempre ser especial, pela forma como me marcou.
Nunca houve nenhuma miúda até hoje que me tivesse marcado tanto como ela.
Mas o porquê deste regresso?
Talvez, porque mudou tanta coisa, que o meu coração está a ganhar esperanças onde elas não existem.
Eu dentro de duas semanas vou viver para longe daqui.
Ou seja, vou ter que deixar todos os meus amigos, incluindo a ela.
Mas não consigo perceber o porquê deste sentimento ter voltado em força.
Talvez por me ter aproximado dela…
Mas isso não faz sentido!
No fundo, o que eu acho, é que este sentimento só voltou, porque ela acabou com o relacionamento silencioso e escondido que tinha com um miúdo.
Quase ninguém sabia disso, mas eu claro que acabei por descobrir.
Assim como sei que esse relacionamento acabou faz pouco tempo.
O meu problema, é que eu ainda olho para aquela miúda, e vejo aquele olhar e aquele sorriso que tema em não sair nem da memória, nem do coração.
Para além de ela ter mudado muito, e mudou…
Ela já não é a mesma miúda por quem me apaixonei em março deste ano.
Eu nessa altura olhava para ela, e via nela uma miúda pura.
E hoje eu olho para ela, e não vejo isso.
Talvez por culpa das amizades, mas por exemplo, eu dantes quando stalkeava o Twitter dela, não via nada de mal no Twitter dela, hoje vou lá, e de vez em quando vejo umas coisas de porno e sexo.
Mas também é normal as pessoas mudarem.
Ela mudou!
Está na bonita fase da adolescência.
Até eu mudei com isto tudo.
Neste mês que passou, e em que eu pensava que já tinha ultrapassado tudo (mas pelos vistos não), conheci tanta, mas tanta gente…
Tanta e tanta gaja…
Mas a realidade é que passado quase meio ano de me teres dado o teu "NÃO" definitivo, o sentimento ainda não se esfumou.
Pensava eu que já tinha pelo menos ultrapassado.
Mas pelos vistos, ainda há um longo caminho pela frente.
E o que me dói, é ver te como te vejo, e ver que tu agora que saíste desse relacionamento, podes te agarrar às coisas deste mundo.
Melhor dizendo, temo que tu possas andar a comer gajos aos pontapés.
Mas temo, por ser teu amigo.
Eu também como as minhas gajas.
Mas sabes, a sociedade não costuma perdoar estas coisas.
E eu tenho as minhas dúvidas de que sejas minimamente inteligente para fazeres tudo, sem ninguém saber, como por exemplo eu faço…
Ou então, e na minha opinião seria um mau menor, pores te noutro relacionamento.
Aliás, eu desconfio que gostas do melhor amigo do namorado da tua melhor amiga (até parece confuso).
E sinceramente preferia ver te 1000 vezes com ele, do que ao mundo.
Mas sendo ele um grande amigo meu, e que eu acho que ele não sabe desta minha história, custa-me ver te com ele a teu lado.
Porque tu ainda não saíste de mim.
Nem do pensamento, nem do sentimento.
Uma coisa é certa:
Eu vou sempre gostar de ti!
Pela forma como me marcaste, e por seres tão especial para mim, como vais ser sempre.
Mas acho que só vou conseguir esquecer-te, quando perceber a 100% o porquê das coisas entre nós não terem resultado.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Já se passou tudo

Penso que é o texto de despedida deste blogue.
O título diz tudo!!!
De qualquer das formas, espero que definitivamente seja o último texto que faço dedicado a ti!!!
Sei que nunca o vais ler, para além que gostava que um dia lesses isto, e pensasses.

Espero que assentes!!!
Espero que esta passagem que tu tiveste pela minha vida, te possa dar alguma mentalidade.
Tens 16 anos, não te posso dizer para não viveres a vida, quando estás na melhor altura da tua vida, que é a adolescência.
Mas gostava que soubesses que foste das pessoas que mais me marcaram em toda a minha vida, se não mesmo a que mais me marcou.
Eu sei dessa relação do vai que não vai que tens escondido de tudo e todos, menos das tuas melhores amigas.
Mas sinceramente não me incomoda.
A vida dá muitas voltas.
Eu há uma semana atrás ainda sentia muito por ti.
Ainda pensava muito em ti.
Sabes, cheguei a pensar em suicídio.
Não por tua causa, mas por causa do sentimento que tinha por ti, que nunca mais ia embora, e que me matava lentamente diariamente.
Mas tive bons amigos que me agarraram para eu não o fazer.
E passado uma semana, a minha vida deu uma volta enorme de 180º, para melhor.
Voltei a lembrar-me qual era o verdadeiro sentido da vida, graças aos meus amigos mais próximos, que eu apelido de irmãos.
Há coisas que acontecem, e que nós não podemos negar.
Eu não me arrependo de nada do que aconteceu.
É óbvio que vais ser sempre uma miúda muito especial para mim, e espero continuar a ter a amizade que tive contigo noutros tempos, agora que este sentimento já foi praticamente na totalidade.
Ou melhor, eu não esqueci, mas ultrapassei!
Fui obrigado a isso mesmo!
Aprendi nestes 3 meses de reflexão que tudo tem um porquê na vida.
O teu porquê foi ensinares-me que nada na vida é garantido!!!
E hoje digo isto com a cabeça bem erguida e levantada.
Não há culpados de nada ter dado entre nós.
Muitas vezes apontei as culpas a ti, outras vezes às tuas melhores amigas, outras a mim mesmo, mas o tempo fez me perceber que simplesmente as coisas entre nós não tinham que dar.
Porque o que é nosso, às nossas mãos vêm ter, sem termos que andar a sofrer.
Eu podia dizer tanta coisa.
Eu tive muito em baixo por tua causa, mas fazes parte de uma fase muito linda na minha vida.
Em que eu cheguei a pontos que nunca tinha conseguido chegar, em que pensei que nunca fosse conseguir chegar.
O amor que eu tinha por ti, fez me fazer coisas muito lindas, que eu nunca pensei sequer que fosse capaz.
E isso é a única coisa que eu quero levar para a vida!!!
A ausência do medo de algo.
Eu acho que nós na vida começamos a perder o medo, quando começamos a vivê-la intensamente.
E no fundo é isso!!!
Só tenho a agradecer os ótimos momentos que passei a teu lado com este sentimento.
Momentos esses que foram muitos mesmos!!!
A partir de hoje, com outros olhos, com outra mentalidade, e com outro sentimento (o de amizade apenas) espero conseguir ser o amigo que devia ter sido sempre, e que nunca consegui, por causa dessa mesma paixão.
A vida é isto mesmo!!!
E quando estiveres em baixo, por alguma circunstância da tua vida, lembra-te que eu vou estar sempre aqui para desabafar.
Quando for para irmos sair à noite, estamos cá para curtir, para beber, para cair e levantar!!!
É o que digo a todos os meus amigos mais próximos, e é aquilo que também te digo a ti!!!
Obrigado por todos os momentos que passei a teu lado "M".
A partir de hoje, vem um novo eu.
Estou de volta, e muito mais forte do que estava!
E com este texto, fecha-se um dos ciclos mais sofridos e mais lindos (tudo ao mesmo tempo) que tive em toda a minha vida!!!
Bola para o mato, que o jogo é de campeonato!!!
Até sempre!!!

domingo, 12 de agosto de 2018

Desabafo

Sabes, já passou tanto tempo…
Tanto tempo que não te vejo, tanto tempo que não falo contigo, tanto tempo que não me divirto a teu lado.
Sabes, mesmo para além de tudo, sinto uma enorme falta de ti.
De momentos que nunca mais vão voltar.
Os tempos hoje são outros.
Hoje tu tens os teus amigos, eu tenho os meus.
Tu tens a tua paixão, e eu tenho a minha, que continua a seres tu.
Mas sei que deixei passar o tempo, e sei que o que foi já não vai voltar a ser.
Não vou estar aqui com "Rodriguinhos", custa-me muito!
É incrível a quantidade de vezes em que estamos no mesmo local, e não nos vemos.
Mas nem sei se seria bom para mim voltar a ver te.
Neste momento eu só queria ter de volta a amizade que nós tínhamos.
E eu sinto que o tempo vai voltar a juntar esta amizade, mas quando?
Quando eu embarcar daqui para fora, e for lutar pelo o meu sonho de criança para bem longe daqui?
Acho que a vida prega-nos muitas rasteiras.
A rasteira que mais me está a custar, és tu.
Foste a maior rasteira que a vida me pregou.
Sabes, eu conheço tanta gente por este país fora.
Se não conheço um milhar de pessoas, se calhar ando lá perto disso.
E o que é incrível, é que fui logo deixar-me apaixonar por ti.
Havia tanta gente que se calhar merecia muito mais que tu.
Mas falta juízo neste meu coração.
Eu já te conheço há algum tempo.
Apaixonei-me por ti, quase que do nada.
Tivemos tantas noites juntos, em que eu olhava para ti, como olhava para outra gaja ou qualquer outra amiga minha.
Mas sabes, houve uma noite que me marcou!
Lembro-me bem dessa noite.
Foi no dia 9 de março deste ano.
Era uma sexta feira.
E eu nem era para ir sair, mas um amigo meu foi, e convidou-me para ir.
E eu só fui por causa dele.
Lembro-me que essa noite foi galática!
Fomos corridos de um bar, depois fomos para outro mamar shots, e tinhas tu 15 anos na altura, e acabamos numa discoteca todos juntos.
Eramos muitos, malta de fora do país.
E sabes, tu nessa noite dás-me um abraço que me marcou.
Senti nesse abraço que havia algo muito especial em ti, e que eras uma miúda muito especial.
Sabes, acabei por sair daquele bar com a sensação que não podia deixar escapar aquele momento.
Senti que tinha que fazer algo mais, e se fosse necessário, lutar por ti.
Depois veio as férias da páscoa.
Creio que te vi numa noite de sábado com a tua melhor amiga, e fiquei convosco, paguei-vos uma bebida, e saí da discoteca mais para lá do que para cá.
Mas sabes, o meu medo de na altura poder vir a sofrer, fez com que demorasse a começar a falar contigo.
Eu só comecei a falar contigo (e quando digo falar, é pelas redes sociais) no final desse mês de março.
Lembro-me que eu estava de viagem, e tu também.
E lembro-me que tu mandaste-me um snap a dizeres que estavas em viagem, e que ias para um sítio.
E eu depois respondi-te, e disse que tu estavas a meio do meu caminho.
E a partir daí começamos a falar pelas redes sociais (quase sempre pelo o Snapchat).
Depois as coisas começaram a evoluir.
Devagar, bem devagarinho.
Combinei contigo mais umas noites, que ainda cheguei a ir sair.
O problema é que eu já não te via na escola, porque eu tinha entrado em estágio.
Eu só ia lá fazer a PAP.
E muitas vezes (e sou sincero), só ia lá para te ver.
Queria eu lá saber da PAP.
Desde que eu fosse à escola, te visse, te cumprimentasse (com o cumprimento muito especial que nós tínhamos, em que cumprimentávamo-nos há manos, e depois eram sempre 2 beijinhos de seguida) e falasse contigo, o meu dia já estava feito.
E depois houve situações que me levaram a crer que as coisas efetivamente podiam resultar.
Houve uma vez que eu fui à escola fazer a PAP. E já tinha tocado para a entrada há 5 minutos. E eu pensei: "Ela já entrou de certeza, por isso vejo-a no próximo intervalo." Só que quando eu entro na escola, e olho para o fundo da escola, ia uma miúda linda a entrar no bloco (que eras tu).
E tu antes de entrares no bloco olhas para mim, entras no bloco, raciocinas, dás um passo atrás, e viste que era mesmo eu.
E o que tu fizeste?
Vieste a correr da outra ponta da escola até mim, só para me cumprimentares.
F***-se, achas que eu acredito que foi tudo uma mera m**** de ilusão minha?
Eu tenho a certeza que não!
E depois há outro episódio em que eu senti que com o tempo as coisas poderiam vir a resultar.
Foi noutra ida minha à escola, em que eu sento-me no banco à frente da cantina.
Eu sabia que tu estavas lá a almoçar.
E fiquei à tua espera.
E quando saíste da cantina, vinhas com 2 colegas teus da tua turma.
E o que fizeste?
Pediste a eles que fossem dar uma volta, para tu poderes sentar-te a meu lado, e falares comigo, só os 2.
F***-se, como é que me pude iludir tanto?
Como é que nada destas m****s teve significado para ti?
Nas redes sociais tivemos tantos momentos de confraternização.
Lembro-me muito bem duma noite (a que mais me marcou) em que eu estava em casa, e que apanhei uma bebedeira de vinho descomunal.
E o clima da nossa conversa estava mesmo bué bom.
Era quase meia noite, tu tinhas aulas no dia a seguir, e nenhum de nós queria desligar da conversa.
Eu dizia: "Vou descansar. Boa noite. Dorme bem.".
Depois tu dizias algo, e ficávamos ali mais um bocado.
Tu a mesma coisa…
F***-se, como é que de um momento para o outro isto tudo acabou?
E depois foi a noite dos teus 16 anos.
A noite em que eu fui ao céu e ao inferno.
Tudo numa noite.
E a partir daí, vim em queda livre até aos dias de hoje.
Primeiro deixamo-nos de falar nas redes sociais, depois deixamos de combinar cenas, até agora que nem nos vemos.
Mas sabes, aprendi muito mesmo!
Uma das principais lições que eu aprendi, é que nada na vida é garantido, enquanto não é oficial.
Que nós não temos nada na nossa mão, porque de um momento para o outro isso pode voar.
E foi precisamente o que aconteceu contigo.
Eu em duas semanas (não precisei de mais) passei de bestial a besta na tua vida.
É injusto!
É ingrato para mim!
Mas é a vida!
E foi uma aprendizagem que tive.
Infelizmente aprendi da pior maneira, mas só temos que aceitar.
Ainda hoje me perguntavam se tivesse um superpoder, qual seria?
E eu respondi que seria o de viajar no tempo.
De poder corrigir coisas que hoje já não posso.
É ingrato na vida nós querermos corrigir um erro, e não podermos.
Mas sabes, quando uma pessoa pensa que já passou, só se está a mentir a si mesma… As coisas levam o seu tempo a passar, mas às vezes na vida nós queremos para agora aquilo que só se pode ter amanhã.
Ou seja, algumas mágoas levam algum tempo a serem apagadas.
Por muito que nós queiramos que seja agora, só o tempo muitas vezes ajuda.
E a única solução que nós temos, no fundo é sermos fortes.
Porque se nós não tivermos essa força, ninguém nos vai dar.
Essa força que nós precisamos está dentro de nós!
Muitas vezes muito bem escondida, só nos resta ir à procura dessa força no pensamento e no sentimento!

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Estaca 0

Parece que voltei à estaca 0.
Já passou 2 meses de tudo, mas não consigo por muito que queira aceitar tudo isto.
Sabes, marcaste-me de uma forma que nunca ninguém me tinha marcado, e por isso isto está a demorar a passar.
Mesmo sabendo que não é verdade, sinto que deixei escapar o "meu" mundo por entre os dedos da mão.
Sabes, eu ainda dou por mim a pensar muitas vezes no porquê de nós não termos dado.
Ou melhor, não consigo perceber o porquê de muitas coisas terem mudado.
E ainda por cima tu não foste sincera comigo.
Eu sinto isso!
Mas sabes, neste momento já passou tanto tempo, que mesmo que voltasses por obra do acaso, de algo ou alguém, eu já não te queria nem dada.
Mesmo ainda te amando como te amo.
Porquê que tu foste deixando eu avançar, sabendo tu que eu gostava de ti?
Porquê que não meteste um travão antes de tudo isto acontecer?
Eu tenho a certeza que se tivesses colocado um travão cedo nisto, neste momento já teria te ultrapassado.
E não me venhas dizer que tu e a tua amiga não sabiam que eu gostava de ti, porque vocês não são burras nenhumas.
Gostava tanto de um dia ter resposta a estas duas perguntas, mas sei que isso nunca irá acontecer.
Custa-me tanto olhar para os extraordinários momentos que passei ao teu lado, e ver que isso nunca mais irá voltar.
Sinto sem forças para continuar a caminhada da vida.
Sinto que por mais que eu possa lutar por algo, nunca irei ser congratulado.
Eu nunca consegui conquistar nada na vida por mérito próprio.
Meto-me em lutas difíceis ou quase impossíveis, como dizem muitos, vou lutando, e por acaso vou tendo resultados que estão quase à vista de todos, e quando chega à hora H, falho sempre!
Parece que falta a tal estrelinha da sorte, que tende a não querer iluminar o meu caminho.
Foi assim contigo, e tem sido assim em quase todas as lutas da minha vida!
Se eu vim ao mundo para estar sempre a morrer na praia, o que é que eu estou aqui a fazer?
Sinto-me devastado por estar sempre a lutar para o c******!
A vida não me deixou apreciar nada, porque até hoje nunca consegui ganhar nada com mérito próprio, porque por muito que eu possa lutar, falho sempre na hora de todas as decisões.
Sou um c****, sou um m*****, sou tudo o que um falhado desta vida é!

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Mil e Uma Coisas

Já se passou praticamente 2 meses, desde que eu disse oficialmente adeus a um amor que eu sentia por ti. Ou melhor, não ao amor, mas às chances de poder ter algo contigo, mais que amizade.
Ao fim de 2 meses, percebo que ainda não te esqueci.
Que o sentimento, independentemente de ser maior ou menor, ainda continua cá dentro.
Que existem momentos e dias em que penso que já te consegui esquecer, mas depois parece que tudo volta à estaca 0.
É esta indefinição psicológica que me mata!
Num momento sinto que "eras uma vez", e depois quando estou em casa só, começo a pensar em ti, na mágoa que me deixaste quando me prometeste a tua amizade, e não saiu disso mesmo, de uma promessa.
Tenho saudades da nossa amizade!
De trocar inúmeros snaps contigo todas as noites, de constantemente mandar fotos a mandar-te caretas, saudades daquelas conversas por emojis, saudades das nossas conversas durante a noite, saudades das insónias que tinha só de pensar em ti, saudades de me deitar tarde por causa de ti, saudades de perguntar-te como te tinha corrido o dia, saudades de perguntar-te o que tinhas feito, em fim, no fundo é a saudade que me mata.
Claro que nestes 2 meses tentei afastar-me.
Tentei fazer mil e uma coisas que me afastassem o pensamento recaído sobre ti.
Sei lá, saio à noite quase diariamente, quando posso apanho bebedeiras para esquecer, farto-me de andar a pé, como gelados, vou a sítios que às vezes fico anos sem passar, vou ao cinema, sei lá, faço tudo o que posso para te esquecer.
Mas infelizmente não me sais da cabeça.
E sabes o que me dá mais raiva e nojo no meio disto tudo?
O desprezo com que me tens tratado!
Na vida sempre me ensinaram que o desprezo é um sinal de insegurança absoluta.
E isso só mostra a tua insegurança em relação a tudo.
Eu sei que gostas de alguém.
E sei que esse alguém não sou eu.
E mesmo que fosse, neste momento eu já não te queria nem dada.
Porque para além de eu ainda gostar de ti, de te amar, e de ainda mexeres comigo, sei que o melhor para mim é ter te bem longe.
Porque tu ainda és uma "pita".
Para algumas coisas tens uma mentalidade incrível e acima da média, mas para outras coisas que ainda por cima são as principais ainda és uma criança a nível mental.
Claro que podia e devia falar das tuas companhias, é inevitável, mas não é justo estar sempre a bater nas tuas amigas, porque elas têm culpa, mas tu também tens.
Tu deixaste de ser diferente para seres igual a todas as outras.
Lá está, é aquela fase estúpida e parva da adolescência, em que não sabes o que fazes, nem fazes o que sabes.
Mas enfim, neste momento aquilo que eu só queria, visto que não te consigo esquecer, era pegar-me em mim, e ir viver para Marte ou para a Lua, para ter a certeza que jamais te iria ver, e jamais iria sentir a tua falta.

domingo, 22 de julho de 2018

Para a frente é que é caminho

Definitivamente as coisas já se passaram.
Praticamente já não te sinto.
O tempo e a distância realmente ajudam.
Já me és praticamente indiferente.
Ou melhor, já não mexes comigo.
Ainda gosto de ti, mas aprendi a lidar com a tua ausência.
No outro dia fui abaixo só por saber que estavas a 3 minutos a pé da minha casa, porque a tua melhor amiga tem uma casa na mesma rua que a minha, para além de ambas morarem na cidade vizinha à minha.
Queria bué que tivesses dito algum mambo.
Mas sinceramente sabia que não ias dizer.
Tu foste, e eu aceitei.
Demorei a aceitar, aceitei mal, mas aceitei.
Não podia criar uma expetativa que é impossível, que é voltares.
Eu sei que não vais voltar.
E se dantes não me saías do pensamento, agora é quase raro pensar em ti.
Mas quando penso, ainda me dá um carinho enorme e especial.
Isso, porque me lembro da luta que tive para te conquistar, a chamada fase de pré-namoro, que infelizmente acabou por não acontecer, porque não era para acontecer.
Mas no meu pensamento ainda continuas a ser a miúda mais linda do mundo, até por muito que não possa ser verdade.
Aquelas fotos no Twitter?
Aquelas fotos no Instagram?
Dás comigo em doido, porque és mesmo bonita, mas sei que não é para mim.
Pelo menos a curto prazo.
Mas se eu for realmente estudar para longe como quero, sei que provavelmente nunca mais te vou ver.
Mas a vida é isto mesmo.
Já aceitei e já me convenci de tudo.
A pior fase já foi.
Estou com a cabeça bem levantada.
Então vamos lá aproveitar o que ainda falta deste verão, porque isto só acaba em setembro.
Para a frente é que é caminho!!!

segunda-feira, 16 de julho de 2018

É como se tivesses morrido

Não sei mais o que fazer à minha vida.
Quase que desisto de viver.
Sei que todos os bons momentos a teu lado já foram, e que é altura de seguir em frente, mas o meu sentimento e o meu pensamento não me querem deixar.
Não falo contigo há séculos.
Ambos vamos sair à noite, e já nem combinamos nada como dantes.
Eu já decidi que o meu caminho é em frente.
O problema é que eu ainda penso em ti todos os dias.
Estaria a mentir se dissesse que já não gostava de ti.
Ainda te amo.
Mas sei que esse sentimento não é recíproco, por isso é que não vale a pena tentar.
E como se não bastasse isso tudo, apareces em quase todos os meus sonhos durante a noite.
Se já é ingrato ter que aceitar isto acordado, então imagina a dormir, quando sonho contigo…
Mas infelizmente e sinceramente já não te reconheço.
Mudaste muito por causa das amigas de m**** que tens a teu lado.
Para mim é como se tivesses morrido, muito sinceramente.
E não digo isto porque estou com raiva ou triste pela maneira como me tens tratado, é precisamente por causa da tua maneira de ser.
Eu dizia que eras uma miúda muito especial para mim, porque eras diferente.
Mas graças a essas p**** com quem te dás, deixaste de ser aquela miúda que eu conheci em tempos, e passaste a ser igual a todas as outras.
Tens bom coração, e pensas que toda a gente também tem bom coração, e por isso quando vêm para cima de ti cheios de boas intenções, és influenciada.
Eu conheço um bom grupo de amigos que tens, e digo sem dúvida nenhuma que se desses-te mais com esse grupo de amigos que tens, não farias nem 20% das m**** que fazes.
Fazes apenas porque tens essas p**** ao teu lado que te influenciam de uma maneira, ao ponto de estragar a miúda que és, e que eu conheci em tempos, mas que agora já não me identifico em nada.
Se nós hoje não nos falamos, e se nem sequer nos olhamos, a culpa é dessa gaja que tu dizes que é a tua melhor amiga, mas que de melhor amiga não tem nada.
O problema é que tu só vais abrir os olhos quando já for tarde demais, porque pensas que ela tem realmente boas intenções.
Eu em tempos também pensei que ela fosse diferente daquilo que os outros lhe pintavam, mas provei do veneno dessa gaja.
Fiz de tudo para que ela nunca me tivesse nada a apontar.
Fui um gentleman.
Nunca falhei com nada.
Fiz mais do que devia ter feito como amigo dessa c****, e mesmo assim ela foi falsa comigo.
Mas estamos sempre a aprender.
Tenho a noção que te perdi para sempre, incluindo a amizade que tínhamos, e muito por culpa dessa gaja.
Eu também errei, assumo.
Eu quando sou chamado à pedra para assumir os meus erros, assumo.
Eu também falhei contigo, porque não soube gerir emocionalmente tudo o que aconteceu em tão pouco tempo.
Não segui alguns conselhos de alguns manos mais experientes, por ser uma pessoa muito quente, e depois acabei como estou agora.
A ter que te encarar diariamente nas redes sociais, a ter que ver fotos e vídeos teus, e nem sequer poder trocar um "olá" contigo, precisamente porque nós já não nos falamos, e mesmo que eu fosse tentar dizer-te alguma coisa, tu irias desprezar-me, dar-me vista, porque estás envenenada pela tua melhor amiga.
Sinceramente já não sei o que fazer mais à minha vida.
Só quero desaparecer daqui para bem longe.
E sobretudo esquecer e fazer de conta que nada disto nunca aconteceu!

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Diferente ou Igual a todo o mundo?

Há alguns dias que não escrevia nada aqui no blog, sobre o assunto principal para que este blog foi criado.
E no fundo acho que isso é bom!
É sinal que me ando a desligar (finalmente) deste assunto.
Mas ainda penso…
Penso todos os dias, se aquilo que durante tempos teve escrito no céu que iria dar com o tempo, se realmente tivesse dado...
Penso mas já não sinto!
Fui obrigado a afastar-me, a desapegar-me e a desamar.
Aliás, tu também contribuíste para isso.
As tuas atitudes para comigo, têm sido uma grande m****.
Mas sinceramente já não me preocupo com nada, independentemente de pensar ou não.
Pareces uma miúda completamente diferente daquela que falava diariamente contigo, há cerca de 2 meses atrás.
Diferente para pior.
Eu dizias que eras uma miúda muito especial para mim, porque eras diferente de todas as outras.
Mas mais recentemente, apercebi-me que afinal és igual a todas as outras.
Se calhar sempre foste, não sei, mas é possível que o amor que eu sentia por ti, me fizesse cegar, ao ponto de não ver nenhum defeito em ti.
Hoje, passado quase 1 mês e meio do dia em que te contei tudo o que sentia, posso dizer que o que ainda sinto, provavelmente é só saudade, e nada mais.
Saudades dos momentos extraordinários que passei contigo.
Saudades dos momentos que nunca mais irão voltar, por culpa tua, e do teu comportamento.
Graças a Deus já ultrapassei essa fase de sofrimento, essa fase de solidão.
E sinceramente, se durante muito tempo dizia que queria que essa amizade especial que tive contigo regressasse, atualmente já me é indiferente.
Eu tenho a consciência tranquila de tudo.
Posso ter falhado num ou noutro momento, mas fiz tudo o que estava ao meu alcance.
Eu na vida aprendi que não devemos apontar o dedo a alguém, quando esse alguém persegue um objetivo com os olhos postos na vitória, e por algum momento as coisas se desmoronam…
Eu tenho a noção que me aconteceu isso.
As coisas estavam tão perfeitas, que parecia que nada me podia mandar abaixo.
E de um momento para o outro, e quando eu menos esperava, as coisas se desmoronaram, e eu fiquei a ver navios…
Mas é como disse, estou de consciência tranquila.
E sinceramente não quero pensar mais nisto.
Nem psicologicamente, nem sentimentalmente.
Só quero aceitar a 100%, que tudo aquilo que vivi que foi apenas uma ilusão.
Até porque eu atualmente, já nem consigo olhar para ti, como já olhei antes.
Tens feito muita m****, típica da idade que tens, e que só me faz fechar mais os olhos a ti.
Mas foi bom perceber isso tarde.
Mas mais vale tarde do que nunca!
Às vezes dou por mim a pensar, e às vezes chego ao ponto de agradecer a Deus por isto não ter dado, derivado a essas mesmas atitudes e comportamentos que tens tido.
Eu quando era adolescente também dei muitos tombos, bati com os cornos muitas vezes no chão, e tive que comer muita m****.
E contigo vai acontecer exatamente o mesmo.
Para quê?
Para poderes crescer, amadurecer, e poderes abrir os olhos definitivamente para a vida.
Eu já nem vou criticar as companhias com quem andas…
Isso é o mesmo significado de bater no ceguinho…
Só esperava que fosses diferente…
Mas no final, és igual a muitas outras que eu conheço nesta vida!

domingo, 8 de julho de 2018

Reflexão

Muitas vezes penso que estou a cometer os mesmos erros do passado recente.
Não sei se efetivamente os estou a cometer ou não.
Mas o que é verdade, é que apenas me quero divertir, como jovem que sou.
Esta noite, e depois da parva tua melhor amiga me ter mandado mensagem, acabei por ir sair à noite contigo e com elas.
Sinceramente fui sair sem expectativas de nada.
Aliás, as melhores noites são mesmo essas em que nós saímos sem expectativas de nada.
E foi o que aconteceu!
Tive uma grande noite, mas foi pena ter ido para casa cedo, porque tinha trabalho cedo no dia a seguir.
Acho que não houve um único momento da noite em que tivesse acusado algum sentimento por ti, mesmo para além de teres estado a meu lado a noite toda.
Acho que isso é muito bom para mim.
Eu neste momento se tiver que lutar por alguma coisa, é pela a amizade que dantes tinha contigo.
E nada mais!!!
Nem eu quero, porque já sofri o suficiente por ti.
Mas sinceramente ainda mexes comigo, e é normal.
Foste a miúda que mais me marcaste em toda a minha vida.
Mas agora não viro a cara à luta!
Eu vejo que já não olhas para mim da mesma maneira que me olhavas.
Aliás, já nem olhas para mim.
Nota-se que tentas cortar qualquer tipo de ligação comigo.
Mas sinceramente já nem me chateio com isso.
Eu também quero que exista uma certa distância, independentemente de continuarmos a sair juntos, ou não.
Sinceramente não sei porquê que não me desligo definitivamente de ti.
Algo diz me que devo ficar, mesmo olhando para tudo e ver que não vou conseguir levar mais nada desta luta.
E sinto-me de consciência muito tranquila, porque ontem eu comportei-me como um "gentleman".
Sim, a vontade que eu tinha era de mandar a tua melhor amiga para um sítio.
E mesmo assim mantive a postura, como sempre o fiz.
É verdade que ela não merecia, mas mantive, porque a minha forma e a minha maneira de estar na vida é essa.
A partir de agora um sentimento único:
"Bola para a frente, e fé em Deus".
É a frase mais ajustada a tudo.
Já me desapeguei (não na totalidade), já desamei (isso é possível?), e agora o objetivo único, se é que existe algum objetivo possível para isto, é o de lutar pela a amizade que contigo tinha.
Ontem quando cheguei à noite, tive um mano e uma mana que a primeira vez que me abordaram, disseram:
"Mano, ela está aqui connosco".
Eu sei que se fala muito.
Eu sei que sou falado constantemente por causa disto.
Aliás, eu sinto que tenho o mundo a meu lado acerca disto.
Mas de que serve eu ter o mundo ao meu lado, quando não tenho ela?
Não vale a pena!
Por muito lutador que eu até possa ser, eu não posso obrigar alguém a amar.
Não posso obrigar alguém a ter esse sentimento.
Ao início quando levei o teu fora, e me disseste que querias ficar na "friendzone", custou-me a aceitar.
Aliás, eu nem queria aceitar, porque efetivamente eu sentia que tu também sentias algo por mim.
Podia não ser o mesmo que eu sentia por ti, mas ponho "as mãos no fogo" como sentias algo por mim.
Mas sinceramente esta fase de reflexão, já foi há muito.
Agora que já aceitei, que me pus à prova e não falhei, vou atrás dessa amizade linda que tinha contigo.
Queres que eu seja sincero?
Sinceramente acho que não vamos voltar a ter aquela amizade que já chegamos a ter, mas já me redimo com algo parecido.
Por isso, que o mundo me ajude a levantar definitivamente a cabeça, e a seguir definitivamente em frente.

sábado, 7 de julho de 2018

Abstinência

Podia ser um bom título para explicar a alguém de como deve deixar de fumar.
Não tem nada a haver com tabaco, mas cada vez dá me mais a sensação que existem muitas parecenças.
A realidade, é que há cerca de 2 meses dizia que existiam na minha vida 2 estimulantes que me acalmavam, o tabaco, e tu.
Atualmente tu preferiste ir embora, e fiquei apenas eu e o meu nite sozinhos.
Uma abstinência custa sempre!
No outro dia até disse no meu Twitter que isto era um pouco como o tabaco, ou deixas de vez, ou voltas a agarrar-te.
E então claro que o objetivo disto é deixar de vez.
O problema é que nestes casos de desgostos amorosos, também existe a tal abstinência, como no tabaco.
Deixei todas as redes sociais, à exceção do Facebook, porque sei que é a única rede social que não usas regularmente.
Todas as outras redes sociais, desinstalei do telemóvel.
Não é porque quisesse, mas não tinha outra opção.
Era difícil ter que ver alguma foto tua, e perceber que tudo o que a minha cabeça fantasiou, nunca vai acontecer.
Por isso tomei como liberdade deixar o Twitter, o Instagram e o Snapchat.
Mas apenas por uns tempos, enquanto não ultrapasso definitivamente isto, no que à saudade diz respeito.
E mesmo assim eu sei que me segues.
Diz-me quem é que perde tempo a ver a porcaria da história do WhatsApp?
Publiquei um vídeo e duas fotos na história do WhatsApp.
Imaginem quem é que viu?
Pois é, bingo!!!
Vou me refugiar nas redes sociais que não interessam a ninguém, e mesmo assim tu vais lá dar do teu olho.
A sério que nunca vou entender tudo isto.
Em condições normais devias-me deixar ir, certo?
Se tu vês que todas as atitudes que tomo é para me afastar de ti, porquê que não desligas de mim?
Eu sei que não és burra nenhuma!!!
Até assim é mais difícil para mim encarar este novo sentimento de desapego e de afastamento.
Achas que é fácil para mim quando bate aquela saudade de dar um olho no teu Twitter, Instagram ou Snapchat, eu não o poder fazer, simplesmente porque não quero ler e ver coisas que me podem doer?
Acredita que sim!
Eu apeguei-me a ti.
Eu viciei-me por ti.
Eu acabei-me por drogar a ti.
E claro que agora este sentimento custa mais que tudo.
E eu sinceramente olho para ti, e já não sinto aquele sentimento nem de paixão, nem de amizade especial que tinha por ti.
O problema é uma palavra 100% portuguesa que define um sentimento ou algo que nós tenhamos vivido e que nós adorávamos, e que sabemos bem que já não volta, a "saudade".
Isso é o que me destrói por dentro.
O facto de quando passar por algum sítio, e pensar:
"Foi aqui que vivi momento "X" com ela."
Ou o sentimento de quando for sair à noite, e ver te nos bares que costumávamos frequentar juntos, agora termos que fazer de forma isolada, provavelmente não tirando os olhos um de cima do outro.
Mas esta abstinência, que não foi uma escolha minha, mas foi uma decisão pessoal, no fundo até me tem feito muito bem.
Não te tenho esquecido, aliás, estaria a ser hipócrita e mentiroso se dissesse o contrário.
No fundo ainda penso em ti todos os dias.
A diferença é que tento com que isso aconteça o menor número de vezes possível durante o dia, e tento abstrair-me ao máximo.
Ainda ontem estava em casa, e comecei a pensar bué em ti.
O que eu fiz?
Peguei-me em mim, e fui fazer uma caminhada de duas horas.
É um sentimento que não se apaga assim.
Só o tempo e a distância podem efetivamente ajudar.
Então em vez de lutarmos contra este sentimento, encaramos isto como algo normal.
No fundo é como aquela expressão popular, que se não os poderes vencer, junta-te a eles.
E aqui acontece exatamente o mesmo.
Se não poderes vencer este sentimento, junta-te a ele!!!

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Não é justo

Não é justo.
Eu queria que fosse um ponto final parágrafo definitivo.
Eu queria ir em definitivo, assim como queria que também fosses.
O problema é que tenho dificuldades em deixar te ir.
E nos momentos em que quis ser eu a ir, tu não me deixaste.
Não sei o que necessito de fazer mais para travar isto de uma vez por todas.
Pensei que fazendo uma das ações que fiz, que não quisesses saber mais de mim.
E isso era bom para mim, porque eu não te quero ver.
O problema é que mesmo que não seja bombardeada por ti, sou pela parva da tua melhor amiga que te anda a envenenar de uma maneira...
Sei lá, não consigo ver uma simples foto em que apareças.
Fico com aquela sensação de que perdi o mundo, mesmo sabendo que não é verdade.
Não é fácil ter que gerir isso tudo.
Só gostava era de saber o porquê de não me teres deixado partir quando eu quis.
E tu és o meu ponto fraco.
Vais mexer sempre comigo.
Podes não ser a miúda por quem eu mais sofri nesta vida, mas és com toda a certeza a miúda que mais me marcaste em toda a minha vida, até ao momento.
Eu sei que não há nada a fazer.
Nem eu quero mais nada.
Só queria que me tivesses deixado ir, e que não me andasses a iludir com as tuas atitudes.
Nem sei como reagir quando te ver cara a cara...
Se calhar faço como da última vez em que te vi praticamente cara a cara, em que peguei no telemóvel, e comecei a fazer de conta que estava a fazer algo importante, só para não ter que te encarar.
Mas sei que não posso fugir para sempre, porque é óbvio que nos vamos continuar a cruzar, porque ambos movimentamos praticamente os mesmos sítios.
E no fundo é isso.
Não sei se te andas a redimir de alguma coisa, ou se me andas a iludir.
Durante 2 dias não abri qualquer snap teu.
Até fiz de propósito para perder as chamas contigo no snap.
Quando abria os snaps, nunca respondi.
E tu continuaste a mandar a porra dos snaps, como se nada fosse.
Devias ter me deixado ir.
Eu sei que não és burra!
E claro, que sabendo tu que és o meu ponto fraco, e quando eu te devia ter desprezado à força toda, e ter mantido essa postura, comecei a ficar de consciência pesada porque não consigo ser como tu fostes comigo, e vou responder, porque sou um totó iludido.
Ainda estou a repensar se te mando fora da minha vida ou não...
Isso é tão estúpido!
Eu já tinha definido que não te queria mais na minha vida, independentemente do que isso me fizesse sofrer.
Só queria ultrapassar esta fase.
Porque eu não vou conseguir ser o que já fui para ti, e nem tu vais conseguir ser o que já fostes para mim.
Não é justo eu querer tirar o pé e não me deixares.
Não é justo eu ser obrigado a encarar-te, mesmo não querendo.
Não é justo ter que levar contigo.
Não é justo!

terça-feira, 3 de julho de 2018

Consciência vs Sentimento

Muitas vezes pergunto-me se realmente estou a fazer aquilo que é o mais correto.
A minha consciência diz que sim, mas o sentimento diz que não.
Ela ainda mexe comigo, e vai continuar a mexer nos próximos tempos.
Isso é inevitável.
Dizem que devemos sempre seguir o que a nossa consciência nos diz.
O problema é que por muito que nós não queiramos ver as pessoas, parece que a vida nos mete as pessoas do nada à nossa frente.
E nós quando não queremos ver alguém, ficamos meio abananados, porque não sabemos como agir, caso as pessoas apareçam efetivamente à nossa frente.
Já me aconteceu umas 3 ou 4 vezes nos últimos tempos, em que eu não a queria ver por nada, e depois aparecia-me à minha frente, parece que caída do céu.
E dá a sensação que a vida anda a gozar connosco.
Por muito que nós não queiramos ver as pessoas, parece que a vida vira-se para nós e diz:
"Sofre aí c****!!!"
E é nessa altura, em que nós pensamos:
Será que realmente estou a fazer o que é mais acertado?
Será que o melhor é mesmo afastar-me definitivamente?
Por poucas dúvidas que nós possamos ter, parece que com estas ratoeiras que a vida nos coloca, ficamos cada vez mais duvidosos sobre o nosso rumo.
O que é certo é que isto se continuar assim, vou levar muito mais tempo para ultrapassar isto, do que o expectado.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Cabeça Erguida

Podia andar a chorar pelos cantos…
Podia ficar totalmente depressivo com a situação…
No fundo já passei por isso!
Quando se ama alguém verdadeiramente, e se perde essa pessoa, independentemente de ter havido ou não uma relação, custa e dói muito, porque sentimos que essa pessoa faz nos falta, sobretudo quando são pessoas que nos marcam, e quando nos apegamos.
Mas é de cabeça erguida que temos que estar.
É óbvio que não nego este "luto" amoroso.
Mas no fundo, já não vou deitar nem mais uma lágrima, por quem já não merece.
O que tento fazer, é encarar o chamado "luto" como algo normal, até que ele se apague definitivamente do nosso coração.
Se me apetecer ouvir músicas depressivas?
Vou ouvir, pois claro! Mas por muito que sinta alguma música, não me deixo levar nem pela angústia, nem pelo o desgosto, e nem pelo o vazio que me possa provocar.
No fundo (pela milésima vez), quando passamos por situações destas, nós acabamos por mudar.
As desilusões, sejam elas amorosas ou não, mudam-nos sempre.
E nós temos que entender no que é que mudamos.
Eu foco-me bastante nisso.
Deixei de focar o meu pensamento totalmente nela (é óbvio que ainda penso nela, sobretudo nessa amizade especial que não vai voltar), mas passei a focar o meu pensamento em atitudes menos positivas que ela teve, e que me deixou magoado, porque isso efetivamente ajuda a ultrapassares.
No momento em que tu começas-te a afastar dela (em todos os aspetos) e começas-te a focar em ti, começas a ter amor próprio, coisa que se calhar não tiveste por causa desse sentimento, enquanto só lutavas por ela, porque só pensavas nela, e amavas ela mais que tudo.
E nós precisamos de amor próprio!
Sobretudo para esquecer amores impossíveis.
Sinto que a cada dia que passa, penso cada vez menos nela.
Fui obrigado a cortar todo o tipo de ligação que podia vir a ter com ela.
Se foi difícil?
Ui, nem vos conto…
Não lhe mandares nenhum snap, nem de bom dia, nem de boa noite.
Não abrires qualquer tipo de mensagem de texto, imagem ou vídeo que ela pudesse mandar.
Faz tudo parte deste novo sentimento de desapego e de recriação pessoal.
É possível que possa fraquejar naquele sentimento que podia ter dado e não deu?
É óbvio que sim, é óbvio que possa ter uma recaída!
Mas como é óbvio, agora penso muito menos nela e em toda a situação, do que pensava há uma semana.
E assim há de ser, até isto desaparecer definitivamente do coração.
Sinto que hoje estou mais perto de ultrapassar este sentimento, do que estava há algum tempo.
E isso anima-me!
Quero desapegar-me o mais depressa possível.
No fundo quero ir aproveitar a vida lá fora, como qualquer jovem faz.
O caminho é em frente, e a cabeça é erguida!

Ponto final, parágrafo

Hoje começa um novo dia, e a partir de hoje tudo vai dar uma grande volta.
No fundo, vou cortar o mal pela raíz.
Acreditem que me vai custar muito a fazê-lo, mas a vida é assim mesmo.
Como costumo dizer, não podemos obrigar ninguém a ficar nas nossas vidas.
Se as pessoas querem ir, então temos que as deixar ir.
Eu fiz de tudo para que o final desta história fosse outro, mas no fundo quem quis que as coisas terminassem assim, foste tu.
Ou se calhar até nem foste, na medida em que estás a ser influenciada e envenenada.
Mas agora sinto que chegou a hora de perceberes da pior forma que acabou-se a palhaçada.
Não há nada a fazer.
E não quero encarar as coisas, como se nada tivesse acontecido.
Há coisas que efetivamente me marcaram, assumo perfeitamente, mas é hora de dar um novo rumo à minha vida.
É altura de colocar um ponto final, parágrafo nisto tudo.
Custou-me a tomar esta decisão, foi pensada e repensada, mas na vida sempre me disseram que cada um deita-se na cama que faz.
Vou definitivamente cortar qualquer tipo de ligação ou contacto contigo.
És um passado na minha vida, que eu já nem sei que se mudasses de ideias, queria que voltasses.
Sinto-me triste e magoado com tudo o que aconteceu.
Com o quase que foi, e agora não é, nem nunca mais vai voltar a ser nada.
Custa-me ter que encarar isto como se nunca tivesse existido nada.
Mas agora é caminhar com outro rumo.
Aceitar definitivamente esta dor, e ultrapassar.
Sei que com as amigas de m**** que tens a teu lado, não vai demorar muito a começares a fazer coisas politicamente incorretas.
Mas sinceramente já me importei muito mais com isso.
Resta-me apenas esta mágoa daquilo que fomos, do sentimento extraordinário que tive por ti em todos os aspetos, e que pelos vistos para ti não significou nada, quando eu ponho as mãos no fogo com que pelo menos um fraquinho tinhas por mim.
Mas prefiro finalizar este texto com o seu título:
Ponto final, parágrafo.

domingo, 1 de julho de 2018

Saudade

Este é um texto diferente, e mais descomprimido de uma maneira de olhar para a vida.
É o meu primeiro texto neste blog, onde não falo em questões amorosas.
Desrespeitando um bocado do título deste blog, vou vos deixar com uma reflexão pessoal curta, sobre a saudade e o passado.

Dizem que nunca devemos olhar para trás na vida.
Mas à medida que vamos vivendo, vamos tendo momentos bons e outros menos bons.
A verdade é que com o passar dos anos, sempre que vamos olhando mais para trás no tempo, vai batendo cada vez mais aquela saudade.
Daquele sentimento de quando eras mais miúdo, de estares naquele local a viver a vida.
A saudade é algo que não é apagada.
Mas também devemos olhar em frente.
Vivemos no presente, e o futuro neste momento é apenas uma ilusão nossa.
O passado é o que nos faz recordar e transportar para essa outra realidade.
A saudade quando bate, bate mesmo forte.
Aquela saudade daquele momento em que tu eras um miúdo de 7/8 anos, e tinhas o sonho de ser jogador profissional de futebol.
Aquela saudade de podermos reviver algum momento que nos tenha marcado efetivamente na nossa vida.
Ainda não existem máquinas do tempo!
Pode ser que no futuro criem uma máquina do tempo, nem que seja só para nós podermos voltar a reviver momentos que foram extraordinários, mas que já não voltam.
Enquanto não existirem máquinas do tempo, vamos continuar a olhar para a vida em frente, porque esse é o caminho.
O que foi não volta a ser!
O que vier, que venha!
E o que for para ser, que seja agora!!!

Às vezes o amor estraga tudo

Ontem decidi ir abstrair-me, fui sair à noite.
Enfim, chegar ao local da diversão, pagar a garrafa, afogar as mágoas da vida, no fundo beber para esquecer.
Entretanto achei um amigo meu, que estava com mais duas amigas, e acabei por me juntar a eles numa fase inicial da noite.
Tivemos a beber, tivemos a fumar (nada de ilegal), e fomos para outro sítio beber mais.
Chegamos a uma esplanada, abancamos.
Passados 2 minutos depois de abancar, chega a namorada de um grande mano meu com o seu grupo de amigos, a perguntar se eu não podia comprar bebida para eles, porque eu sou maior de idade, e eles são todos menores.
Como é óbvio, acabei por comprar, e depois acabei por me juntar a eles a beber mais.
Entretanto já com a bebedeira que tinha, comecei a falar com essa dama desse mano meu, sobre questões amorosas. Confesso que nunca tinha desabafado com uma amiga sobre estas questões, mas realmente tenho que dar a mão à palmatória, quando se diz que falar de assuntos amorosos com gajas, é completamente diferente de falar com gajos.
Nós temos uma maneira de ver as coisas, elas têm outra completamente diferente. Não estou com isto a dizer que nós é que vemos melhor estas questões amorosas, ou que são elas que vêm isto com melhores olhos.
Apenas de uma maneira diferente.
O que é engraçado é que essa amiga minha é muito próxima da minha ex-crush.
Conhecem-se muito bem, praticamente desde pequeninas.
E então com o álcool que já tinha no sangue e no cérebro, comecei a desabafar.
Contei-lhe quem era a minha ex-crush, e sinceramente não me lembro de muita coisa dessa conversa, porque o álcool não jogou muito a meu favor.
Assim que disse quem era, ela virou-se para mim, e disse:
"A sério que é ela?
Ela é tão fofinha!
E tem tão bom coração!"
Mesmo não conhecendo a minha ex-crush tão bem como esta minha amiga, arrisco-me a dizer que foi provavelmente por esses motivos que me apaixonei por ela, e me apeguei a ela.
Mas disse a esta minha amiga que agora queria SÓ única e exclusivamente a amizade especial que tinha com ela.
Disse-lhe tudo, que achava que a minha ex-crush estava a ser envenenada por uma das melhores amigas dela, que lhe estava a colocar contra mim.
E de várias cenas que falamos sobre esse assunto, ficou-me apenas uma frase na retina dita por esta minha amiga, que é namorada de um grande mano meu:
"Mano, às vezes o amor estraga tudo!"
Acho que nem preciso de acrescentar algo mais.
Acho que esta frase diz tudo acerca da minha situação atual.
E neste caso acho que foi isso mesmo que aconteceu!
O amor f***u tudo, inclusive a amizade especial que tinha com ela.
Mas agora é levantar a cabeça!
Não podemos obrigar ninguém a ficar nas nossas vidas.
Se quer ir, então deixa voar, de preferência para bem longe daqui.
Sei que custa, sobretudo quando são pessoas que nos marcam, mas não temos outra hipótese a não ser aceitar.
Aliás, desta conversa tirei muito boas ilações de como poder ultrapassar isto.
Esta minha amiga esteve numa relação de anos, e de um momento para o outro teve que sair.
E ela deu-me várias dicas.
Aliás, fui eu que lhe perguntei.
Mas sinceramente, foi o melhor momento que tive na noite.
Melhor momento depois desta conversa que estava a ter com esta minha amiga, foi esse meu mano ter aparecido do nada, e ter feito uma surpresa à dama dele, e à malta que já lá estava.
Mas esta conversa foi uma lufada de ar fresco que precisava psicologicamente e sentimentalmente, independentemente de haver muita coisa da conversa que eu já não me recorde muito bem.
Sinceramente, acho que os próximos tempos vão ser difíceis em termos pessoais.
Depois de praticamente ter limpado o sentimento de "paixão", agora vou ter de limpar este sentimento de amizade especial que tinha com ela.
É triste e ingrato pela luta que tive.
Mas não há nada a fazer, só tenho que aceitar.

sábado, 30 de junho de 2018

Fim

Na vida sempre me disseram que tudo tem um início, e tudo tem um fim.
Por muito que nos possa doer, a realidade é que a vida é isto mesmo.
Custa-me que as coisas acabem desta maneira.
Mas não posso ficar a "ressacar" mais por ti.
A luta foi enorme!
Fiz de tudo o que estava ao meu alcance.
Mas na vida não podemos obrigar ninguém a ficar.
Se a pessoa quer ir, só temos que a deixar ir.
Não sei se merecia que as coisas acabassem desta maneira.
Sei que nem a remissão vou conseguir levar disto.
Sei que nem a amizade extraordinária que tinha contigo vai continuar.
A vida prega-nos com cada uma...
Custa-me olhar, e ver que foi por pouco.
Custa-me ver que tínhamos tudo para dar, e não deu.
Custa-me encarar isto tudo.
A maneira como tu reagias quando me vias, a maneira com que nos olhávamos, a maneira com que sorriamos um para o outro, a meiguice com que falavamos um com o outro...
Custa-me a aceitar que tudo acabou desta maneira.
Mas isto só comprova o tão envenenada que estás.
Passei a bola para ti em todos os momentos.
Tu recebeste de peito, mas foste individualista.
Tudo o que eu esperava era uma resposta, por muito difícil que me fosse aceitar alguma resposta.
Mas nem direito a isso tive.
Neste momento, tudo o que tive contigo é passado.
É f***** olhar para isto, e ver que nem a amizade que tinha contigo vou conseguir.
Mas a vida é isto mesmo, ensina-nos as lições, muitas vezes da pior maneira.
E nós só temos que levantar a cabeça, e seguir em frente.
A partir de agora, tudo vai ser diferente.
Se calhar nos próximos tempos quando for sair à noite, e te ver, vai me dar uma angústia enorme recordar os momentos extraordinários que tivemos, e que não vamos voltar a repetir porque estás envenenada.
Mas no fundo há que levantar a cabeça e seguir em frente.
Dizem que para as coisas impossíveis, há tempo.
O tempo nestas coisas não costuma jogar muito a nosso favor.
Mas no fundo é a única alternativa que tenho.
Tempo e distância.
É um fim de tudo.
Do quase que agora não é nada.
Do sentimento de "paixão" que ainda podia existir em mim.
E sobretudo da amizade bonita, que já não vai voltar a acontecer.
A vida continua, e eu vou levantar a cabeça, porque amanhã é outro dia!!!

Que Se F***

Quando escrevo este título, não me refiro ao sentimento de desistência de algo.
Este título é quase como aquele "boa m****" que os atores desejam uns aos outros, antes de entrar em cena.
Pensei e repensei muito se ia enviar uma mensagem a perguntar por aquilo que já fomos.
Acabei por enviar, e desliguei todas as maneiras de aceder à net, para tentar ganhar algo que sempre pensei ter na vida, coragem.
Mas pelos vistos coragem é o que me falta nestas questões em que o sentimento fala mais alto.
Levei a noite quase toda só a escrever essa mensagem para ti.
Enquanto não escrevi o grosso da mensagem, não consegui pregar olho.
Depois de escrever o desenvolvimento da mensagem, tentei dormir, mas acordava de 3 em 3 horas.
Não sei porquê, mas se calhar o medo da tua reação de quando fores ler essa mensagem.
Ainda durante a noite, nas vezes em que acordava, dava sempre um olho ao texto, e acrescentava sempre algo mais que não tinha me lembrado de dizer.
Podia ter enviado a mensagem de manhã, mas não tive coragem.
Levei tempo a pensar: Envio ou não envio?
No fundo há conversas que não são para se ter ao telefone.
Mas sinceramente nem sei qual é a melhor maneira de te abordar atualmente.
Da tal barreira que existe entre nós, que muito provavelmente eu creio que foi criada não por ti, mas por alguém que está ao teu lado, e que te está a envenenar.
Às vezes pergunto-me o porquê de me ter apegado tanto a ti.
Inicialmente por amor, mas depois à medida que te fui conhecendo melhor, apeguei-me à tua amizade, e com o tempo percebi que tínhamos uma amizade muito especial.
Depois passei a ter dois sentimentos bastante próximos, o de amizade, não como uma amizade qualquer, mas por algo bastante especial, e esse sentimento de paixão.
A verdade é que sempre pensei, que se não conseguisse ter te a meu lado, sempre pensei que ia continuar a ter essa amizade espetacular que só nós sentíamos, e isso já me servia de remissão.
Mas a realidade é que as coisas mudaram.
Acabei por ter que me afastar de ti, por 2 motivos:
O primeiro motivo para não sofrer mais por um sentimento, em que tu fizeste-me crer que era uma ilusão minha.
E o segundo motivo porque se eu não me afastasse, sabia que não conseguia eliminar este sentimento de "paixão", e logo era impensável continuar a ter essa amizade extraordinária que tinha contigo.
O problema, é que enquanto eu afastei-me de ti, houve alguma coisa que mudou.
Se calhar o tal veneno que já falei em outros textos.
Mas agora, depois de ter ganho coragem para te mandar essa mensagem, que muitos defenderam que devia fazê-la, outros não defendiam, mas sinceramente também não tinha muitas alternativas, agora depois dessa coragem, é voltar a ganhar mais coragem, para voltar a ler a tua resposta, ou não.
Não sei se me vais responder, sinceramente.
Se calhar vai aparecer lá a tua vista sem a resposta.
Se calhar até vais responder.
Se calhar vais me mandar para o c******.
Ou então vais ser compreensiva comigo, como foste há um mês.
Mas esta falta de coragem, junta-se ao medo de perder esta amizade fantástica que tinha contigo.
Dos momentos inesquecíveis que passei lado a lado.
Da tua humildade, e da boa miúda que és.
Seja o que Deus quiser, mas só espero ficar em paz comigo mesmo, depois disto tudo.

Tudo ou Nada

Estou num estado de dúvida que me incomoda seriamente. Muita confusão para uma pessoa só. Sinceramente não consigo perceber bem se já ultrapassei o sentimento de "paixão" que tinha por ti, ou não. Mas o que é facto é que neste momento nem sei muito bem o que fazer. Acho que a consciência diz para dar mais tempo e distância. Mas sei que atualmente tempo e distância, vai fazer com que eu me afaste ainda mais de ti, e perca qualquer tipo de amizade contigo. Eu não sei, mas como já escrevi num dos outros textos, tenho a sensação que estás a ser envenada. Se não estás, de certeza que estás chateada comigo, por algo que eu disse, escrevi ou fiz. Ainda há outra hipótese de poderes reagir assim, mas que acho que seria muito bom demais para mim, e sinceramente não acredito que seja verdade, que é o facto de poderes até sentir algo por mim, mas não saberes muito bem o quê, ou não estares preparada para algo mais sério, e então promoves essa distância ou barreira, de modo a não me quereres magoar mais com isto. Sinceramente não vejo mais nenhuma razão que possa levar ao porquê de reagires assim comigo, ignorando-me e fazendo de conta que eu não existo.
E sinceramente não sei se te mando uma mensagem a perguntar pela a amizade extraordinária que nós tínhamos. Se eu mandar essa mensagem, e tu continuares a ser envenenada por quem de direito, não vai servir de nada eu mandar-te essa mensagem a perguntar e a refletir sobre essa amizade extraordinária que tínhamos, e que não sei se um dia vamos voltar a ter.
Acho que é importante em termos pessoais eu perceber realmente se essa amizade vai voltar ou não.
Da minha parte gostava que voltasse.
Não sei porquê, mas conheço tanta gente de norte a sul de Portugal continental, conheço pessoas na Madeira e Açores, na Diáspora em Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Brasil, França... Isto para dizer que quase todas as pessoas que conheci na minha vida, tu foste das que mais curti de conhecer. E não foi pelo o simples facto de ter gostado de ti de outra maneira. É mesmo pelo o bom coração, e pela humildade que tens. E dá-me pena ver uma miúda que é tão boa de coração , ter algumas amigas que não valem a água que bebem, nem a merda que cagam (como se diz na região de onde eu sou oriundo).
Há quem diga que boas mentes não são influenciadas, mas a minha experiência de vida diz-me que isso não é assim.
Eu quando tinha cerca de 14/15 anos, prometi a mim mesmo que nunca iria fumar em toda a minha vida.
Não só sou fumador, como durante cerca de 2 anos consumi praticamente todos os tipos de drogas leves que existem.
Hoje, passado praticamente 1 ano de ter deixado essa "má vida" sinto-me orgulhoso, porque andava a caminhar para o abismo, mas sei que se provavelmente a minha saúde não tivesse acusado, e se não tivesse uma irmã bebé, que se não é a minha razão de viver principal, é uma das principais razões, se calhar nunca teria conseguido deixar.
E quem me conhece bem, tem pouco ou nada a apontar à minha maneira de ser e de estar na vida. Tenho os meus defeitos como é óbvio, todos os temos, mas quando tentamos agradar a gregos e a troianos, ficamos de consciência tranquila para o que possa vir daí.
Isto para dizer que não sei se vou fazer o que é politicamente o mais correto, mas sei que a situação não joga nada a meu favor.
Sei que no que toca à amizade é uma questão de tudo ou nada.
Eu não queria por nada perder esta amizade, mas tenho que me conformar que existem grandes possibilidades e probabilidades de isso acontecer.
Tenho meia dúzia de horas mais para pensar realmente no que vou fazer a isto.
Mas uma coisa eu peço:
Independentemente do que acontecer, que Deus esteja sempre comigo!!!

sexta-feira, 29 de junho de 2018

"Do Quase Não Reza a História" - Adaptação do Texto de Sarah Westphal

É a primeira vez que vou fazer uma adaptação de um texto, que ultimamente tem me ajudado a refletir muito sobre a vida.
É muito difícil editar um texto quase perfeito como este, tentado transportá-lo para uma realidade pessoal.
No fundo, vou fazê-lo com sentimento.
Espero que gostem.


Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase conquistou morreu na praia, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo e receio, nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver acomodado.
Pergunto-me, às vezes, porquê que a vida nos ensina as coisas quase sempre da pior maneira; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, porque a vida é uma aprendizagem contínua, desde do nosso nascimento, até à nossa morte. No fundo estamos sempre a aprender. Por isso, às vezes sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai, a carência droga-nos. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao nosso alcance, mas só quem acredita, pode sonhar em alcançar um objetivo. Por isso é que por muito que quase possamos alcançar um objetivo, nunca podemos nos arrepender dessa luta, porque só lutando, é que podemos saber se valeu ou não a pena. Para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores e amizades impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou magoado, de modo a economizar alma. Uma paixão cujo fim é instantâneo ou indolor não é paixão. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planeando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

O falso cheiro do Veneno

Às vezes quase que gostava de saber o que te vai na alma.
Gostava de poder ler os teus pensamentos, de conseguir reter os teus sentimentos, porque assim era tudo mais fácil.
Há pessoas que têm a capacidade e o dom de conseguirem ler os pensamentos se estiverem muito concentradas, mas eu que já tentei ler os teus, quando olho para ti, acabo por me perder nessa beleza que dá/dava comigo em doido.
Às vezes gostava de saber verdadeiramente o porquê desta distância, o porquê desta barreira que existe entre nós, e que parece que é tão dura de quebrar, como o muro de Berlim que existiu.
Mas às vezes olho, às vezes penso, e conhecendo-te minimamente bem, pergunto-me realmente se esta barreira que existe é simplesmente fruto da nossa distância, ou se há algo que me está a escapar.
Fico com ideia que algo me escapa.
Aliás, se eu não conhecesse bem as pessoas que ela tem a seu lado, até podia dizer que esta barreira que existe entre nós era simplesmente o resultado final do nosso afastamento.
Mas não é!
É triste quando conheces aquela pessoa que eu conheci, e que admirava em ti, e depois olhas para essa pessoa, e vês que a pessoa mudou radicalmente, quase que da noite para o dia.
Ninguém muda assim da noite para o dia.
O problema é que sinto o cheiro do falso veneno, com que te andam a envenenar diariamente.
E por muito boa miúda que possas ser, não és feita de ferro.
Eu sei que sim, eu também não sou de ferro.
Mas muitas vezes só gostava de saber o que me tens para apontar.
Eu nunca falhei contigo.
Sempre fiz o que estava ao meu alcance, para ver o teu lindo sorriso na tua cara.
Gostava de saber o que pensas, o que te dizem sobre mim, que leva ao ponto de não quereres saber mais de mim, nem como amigo.
Há quem diga que deveria falar contigo, mas sinceramente o que é que isso vai mudar?
Muitas vezes as pessoas levam tempo a abrir os olhos para a vida, e a perceberem que afinal as pessoas que têm a seu lado, vêm na frente cheias de boas intenções, mas por trás só esfaqueiam e apunhalam sempre que podem.
Se o tempo é o melhor conselheiro para questões de amores impossíveis, então para estas questões de falsas amizades também o é.
Se realmente as pessoas que supostamente estão te a envenenar, estiverem mesmo a fazê-lo, eu sei que essas pessoas vão cair com o tempo.
Eu podia até puxar a cadeira, mas essa não é a minha forma de estar na vida. Eu sempre aprendi que quando me dão uma chapada, que eu devo dar a outra face para me darem outra, se necessário.
Isto para dizer a essas artistas de palco de meia tigela, que não sou como elas.
Mesmo sabendo daquilo que me têm feito, tenho tido a mesma postura que sempre tive. Se merecem essa postura da minha parte? É óbvio que não. Mas tenho a minha forma de estar na vida, e não é a mandar alguém a baixo, por muito que possa merecer, que eu vou ficar bem comigo mesmo.
Sabes o que me preocupa?
É que se essas artistas forem ao fundo, elas não vão sozinhas, levam pessoas inocentes e de bom coração atrás, como tu.
Isso é apenas o que me preocupa mais.
E até estou a escrever isto, apenas com o sentimento de amigo.
Se eu não te conhecesse minimamente, podiam-me até jogar areia para os olhos, mas sei que um dia vais abrir os olhos à realidade, e vais perceber da maneira mais dura, que afinal quem está a teu lado, está contra ti.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Só o tempo me pode ajudar

Afinal ainda mexes comigo.
Não sei de que forma.
Mas a realidade é que mexes.
Custa muito chegar a casa, e não ter um snap teu, como dantes.
Mas também quando tinha, dava valor, mas não muito como agora que sinto essa ausência.
Se calhar no fundo até é esta carência enorme que tenho por ti, que parece que és pior que qualquer droga que eu possa consumir.
O que me dói mais neste momento, é ver que a amizade especial que tinha contigo perdeu-se, e não sei se um dia vou voltar a ter essa amizade, porque infelizmente tive que me afastar de ti, para não sofrer mais por uma ilusão que me cegava completamente.
A vida sempre me ensinou as coisas da pior maneira.
Desta vez ensinou-me que não nos devemos apegar a alguém quando amamos, e não temos certezas de nada.
Só quando realmente temos certezas, é que podemos apegar-nos.
O tempo é o melhor conselheiro, sem dúvida possível.
A distância também.
Mas estando eu numa situação muito complicada em termos psicológicos e sentimentais, acho que a distância não me serve de nada.
É apenas aceitar, e ajudar que o tempo jogue a meu favor, no que toca a ultrapassar o sentimento amoroso.
Mas também sinceramente sinto-me confuso.
E para finalizar é como digo:
Só o tempo me pode ajudar!

Morrer na Praia

É uma tristeza que me invade a alma.
O quase que foi...
Mas qual quase?
Eu sei que o sentimento de morrer na praia, é mil vezes pior que o sentimento de morrer à nascença.
Quando dás tudo numa luta que possas ter, fazes coisas que muitas vezes não esperas vir a fazer por ninguém, e quando as coisas tão muito bem encaminhadas, cai te o mundo.
Quantas vezes não olhei para nós e pensava:
"Quanto tempo vai demorar isto até dar?".
Pensava eu que era uma questão de tempo.
Mas a vida às vezes prega-nos rasteiras, que nós por muito que possamos estar preparados, não estamos efetivamente prontos para ver.
E eu, sendo uma pessoa impulsiva, e que só sabe agir de cabeça quente, acabei por estragar a mais linda das amizades que tinha.
Nem eu sei muito bem o que tínhamos.
Se era uma amizade especial, se tínhamos um fraquinho um pelo o outro (para além de eu sentir muito mais que isso), ou se era um bocado dos 2.
E hoje, passado quase 1 mês da conversa que tive contigo, em que te disse tudo o que sentia, sinto que aquilo que nós éramos, jamais seremos.
A forma como nos reagíamos quando nos víamos, a forma como olhávamos um para o outro, a forma como sorriamos um para o outro, a meiguice com que falávamos...
Olhar para trás e ver que isto tudo não volta por culpa própria, dói-me.
Na altura sinto que fui egoísta, mas também sei que agora não há nada a fazer.
Custe o que custar só tenho que aceitar.
Doa o que doer, arda o que tiver que arder na alma.
Passado um mês, claro que isto ainda custa.
Corri e lutei muito tempo atrás de ti, e fiz algo que é proibido quando não se tem nada no bolso, apeguei-me.
Apeguei-me de tal modo, que sempre que penso em ti, tenho 2 sentimentos completamente distintos:
O 1° sentimento é o querer ver te à força toda. As saudades dos momentos extraordinários que passei a teu lado. No fundo também existe a tal carência.
O 2° sentimento é o de não querer ver te por nada. Isso porque sei que só com distância é que posso livrar-me deste sentimento de angústia que tenho dentro de mim. Tempo e distância que custam muito mais que tudo.
Muitos amigos próximos de mim dizem:
"Eu avisei-te mano".
Eu sei que eles avisaram. Mas como é que nós na vida podíamos saber se algum sentimento valia ou não a pena, se nunca tentássemos?
Se calhar por aquilo que acabou por acontecer, não valeu a pena.
Mas pelos os momentos que estão lá atrás, e que ainda sonho que um dia possam voltar a acontecer, porque esta miúda no fundo tem bom coração, é muito humilde, e é muito especial, porque é uma miúda diferente, por tudo isto que aconteceu, por toda a amizade que tive com ela, independentemente do resultado final, é claro que valeu a pena.
Disto, surgiu várias aprendizagens que levo para a vida, não só em situações amorosas futuras, mas como em situações pessoais ou profissionais.
Passado 1 mês de tudo, e com a cabeça mais a frio, posso dizer que houve algumas coisas más, mas também houve coisas muito boas.
Posso não ter saído com a alegria da vitória, que era ficar com ela a meu lado, mas saio de consciência tranquila. Porque fiz tudo o que estava ao meu alcance para a conquistar. Porque sei que se não tinha de ser, é porque no futuro vem uma coisa melhor.
Agora só peço a Deus duas coisas:
A primeira coisa, é que me retire este sentimento de paixão que ainda sinto por ela.
E a segunda coisa, que é depois deste sentimento de paixão sair dentro de mim, que eu volte a ter a amizade que tinha com ela.
Se Deus me ajudar nestes 2 pedidos, ficarei de consciência tranquila para enfrentar a minha vida de cabeça erguida.