domingo, 22 de julho de 2018
Para a frente é que é caminho
Praticamente já não te sinto.
O tempo e a distância realmente ajudam.
Já me és praticamente indiferente.
Ou melhor, já não mexes comigo.
Ainda gosto de ti, mas aprendi a lidar com a tua ausência.
No outro dia fui abaixo só por saber que estavas a 3 minutos a pé da minha casa, porque a tua melhor amiga tem uma casa na mesma rua que a minha, para além de ambas morarem na cidade vizinha à minha.
Queria bué que tivesses dito algum mambo.
Mas sinceramente sabia que não ias dizer.
Tu foste, e eu aceitei.
Demorei a aceitar, aceitei mal, mas aceitei.
Não podia criar uma expetativa que é impossível, que é voltares.
Eu sei que não vais voltar.
E se dantes não me saías do pensamento, agora é quase raro pensar em ti.
Mas quando penso, ainda me dá um carinho enorme e especial.
Isso, porque me lembro da luta que tive para te conquistar, a chamada fase de pré-namoro, que infelizmente acabou por não acontecer, porque não era para acontecer.
Mas no meu pensamento ainda continuas a ser a miúda mais linda do mundo, até por muito que não possa ser verdade.
Aquelas fotos no Twitter?
Aquelas fotos no Instagram?
Dás comigo em doido, porque és mesmo bonita, mas sei que não é para mim.
Pelo menos a curto prazo.
Mas se eu for realmente estudar para longe como quero, sei que provavelmente nunca mais te vou ver.
Mas a vida é isto mesmo.
Já aceitei e já me convenci de tudo.
A pior fase já foi.
Estou com a cabeça bem levantada.
Então vamos lá aproveitar o que ainda falta deste verão, porque isto só acaba em setembro.
Para a frente é que é caminho!!!
segunda-feira, 16 de julho de 2018
É como se tivesses morrido
Quase que desisto de viver.
Sei que todos os bons momentos a teu lado já foram, e que é altura de seguir em frente, mas o meu sentimento e o meu pensamento não me querem deixar.
Não falo contigo há séculos.
Ambos vamos sair à noite, e já nem combinamos nada como dantes.
Eu já decidi que o meu caminho é em frente.
O problema é que eu ainda penso em ti todos os dias.
Estaria a mentir se dissesse que já não gostava de ti.
Ainda te amo.
Mas sei que esse sentimento não é recíproco, por isso é que não vale a pena tentar.
E como se não bastasse isso tudo, apareces em quase todos os meus sonhos durante a noite.
Se já é ingrato ter que aceitar isto acordado, então imagina a dormir, quando sonho contigo…
Mas infelizmente e sinceramente já não te reconheço.
Mudaste muito por causa das amigas de m**** que tens a teu lado.
Para mim é como se tivesses morrido, muito sinceramente.
E não digo isto porque estou com raiva ou triste pela maneira como me tens tratado, é precisamente por causa da tua maneira de ser.
Eu dizia que eras uma miúda muito especial para mim, porque eras diferente.
Mas graças a essas p**** com quem te dás, deixaste de ser aquela miúda que eu conheci em tempos, e passaste a ser igual a todas as outras.
Tens bom coração, e pensas que toda a gente também tem bom coração, e por isso quando vêm para cima de ti cheios de boas intenções, és influenciada.
Eu conheço um bom grupo de amigos que tens, e digo sem dúvida nenhuma que se desses-te mais com esse grupo de amigos que tens, não farias nem 20% das m**** que fazes.
Fazes apenas porque tens essas p**** ao teu lado que te influenciam de uma maneira, ao ponto de estragar a miúda que és, e que eu conheci em tempos, mas que agora já não me identifico em nada.
Se nós hoje não nos falamos, e se nem sequer nos olhamos, a culpa é dessa gaja que tu dizes que é a tua melhor amiga, mas que de melhor amiga não tem nada.
O problema é que tu só vais abrir os olhos quando já for tarde demais, porque pensas que ela tem realmente boas intenções.
Eu em tempos também pensei que ela fosse diferente daquilo que os outros lhe pintavam, mas provei do veneno dessa gaja.
Fiz de tudo para que ela nunca me tivesse nada a apontar.
Fui um gentleman.
Nunca falhei com nada.
Fiz mais do que devia ter feito como amigo dessa c****, e mesmo assim ela foi falsa comigo.
Mas estamos sempre a aprender.
Tenho a noção que te perdi para sempre, incluindo a amizade que tínhamos, e muito por culpa dessa gaja.
Eu também errei, assumo.
Eu quando sou chamado à pedra para assumir os meus erros, assumo.
Eu também falhei contigo, porque não soube gerir emocionalmente tudo o que aconteceu em tão pouco tempo.
Não segui alguns conselhos de alguns manos mais experientes, por ser uma pessoa muito quente, e depois acabei como estou agora.
A ter que te encarar diariamente nas redes sociais, a ter que ver fotos e vídeos teus, e nem sequer poder trocar um "olá" contigo, precisamente porque nós já não nos falamos, e mesmo que eu fosse tentar dizer-te alguma coisa, tu irias desprezar-me, dar-me vista, porque estás envenenada pela tua melhor amiga.
Sinceramente já não sei o que fazer mais à minha vida.
Só quero desaparecer daqui para bem longe.
E sobretudo esquecer e fazer de conta que nada disto nunca aconteceu!
quinta-feira, 12 de julho de 2018
Diferente ou Igual a todo o mundo?
E no fundo acho que isso é bom!
É sinal que me ando a desligar (finalmente) deste assunto.
Mas ainda penso…
Penso todos os dias, se aquilo que durante tempos teve escrito no céu que iria dar com o tempo, se realmente tivesse dado...
Penso mas já não sinto!
Fui obrigado a afastar-me, a desapegar-me e a desamar.
Aliás, tu também contribuíste para isso.
As tuas atitudes para comigo, têm sido uma grande m****.
Mas sinceramente já não me preocupo com nada, independentemente de pensar ou não.
Pareces uma miúda completamente diferente daquela que falava diariamente contigo, há cerca de 2 meses atrás.
Diferente para pior.
Eu dizias que eras uma miúda muito especial para mim, porque eras diferente de todas as outras.
Mas mais recentemente, apercebi-me que afinal és igual a todas as outras.
Se calhar sempre foste, não sei, mas é possível que o amor que eu sentia por ti, me fizesse cegar, ao ponto de não ver nenhum defeito em ti.
Hoje, passado quase 1 mês e meio do dia em que te contei tudo o que sentia, posso dizer que o que ainda sinto, provavelmente é só saudade, e nada mais.
Saudades dos momentos extraordinários que passei contigo.
Saudades dos momentos que nunca mais irão voltar, por culpa tua, e do teu comportamento.
Graças a Deus já ultrapassei essa fase de sofrimento, essa fase de solidão.
E sinceramente, se durante muito tempo dizia que queria que essa amizade especial que tive contigo regressasse, atualmente já me é indiferente.
Eu tenho a consciência tranquila de tudo.
Posso ter falhado num ou noutro momento, mas fiz tudo o que estava ao meu alcance.
Eu na vida aprendi que não devemos apontar o dedo a alguém, quando esse alguém persegue um objetivo com os olhos postos na vitória, e por algum momento as coisas se desmoronam…
Eu tenho a noção que me aconteceu isso.
As coisas estavam tão perfeitas, que parecia que nada me podia mandar abaixo.
E de um momento para o outro, e quando eu menos esperava, as coisas se desmoronaram, e eu fiquei a ver navios…
Mas é como disse, estou de consciência tranquila.
E sinceramente não quero pensar mais nisto.
Nem psicologicamente, nem sentimentalmente.
Só quero aceitar a 100%, que tudo aquilo que vivi que foi apenas uma ilusão.
Até porque eu atualmente, já nem consigo olhar para ti, como já olhei antes.
Tens feito muita m****, típica da idade que tens, e que só me faz fechar mais os olhos a ti.
Mas foi bom perceber isso tarde.
Mas mais vale tarde do que nunca!
Às vezes dou por mim a pensar, e às vezes chego ao ponto de agradecer a Deus por isto não ter dado, derivado a essas mesmas atitudes e comportamentos que tens tido.
Eu quando era adolescente também dei muitos tombos, bati com os cornos muitas vezes no chão, e tive que comer muita m****.
E contigo vai acontecer exatamente o mesmo.
Para quê?
Para poderes crescer, amadurecer, e poderes abrir os olhos definitivamente para a vida.
Eu já nem vou criticar as companhias com quem andas…
Isso é o mesmo significado de bater no ceguinho…
Só esperava que fosses diferente…
Mas no final, és igual a muitas outras que eu conheço nesta vida!
domingo, 8 de julho de 2018
Reflexão
Não sei se efetivamente os estou a cometer ou não.
Mas o que é verdade, é que apenas me quero divertir, como jovem que sou.
Esta noite, e depois da parva tua melhor amiga me ter mandado mensagem, acabei por ir sair à noite contigo e com elas.
Sinceramente fui sair sem expectativas de nada.
Aliás, as melhores noites são mesmo essas em que nós saímos sem expectativas de nada.
E foi o que aconteceu!
Tive uma grande noite, mas foi pena ter ido para casa cedo, porque tinha trabalho cedo no dia a seguir.
Acho que não houve um único momento da noite em que tivesse acusado algum sentimento por ti, mesmo para além de teres estado a meu lado a noite toda.
Acho que isso é muito bom para mim.
Eu neste momento se tiver que lutar por alguma coisa, é pela a amizade que dantes tinha contigo.
E nada mais!!!
Nem eu quero, porque já sofri o suficiente por ti.
Mas sinceramente ainda mexes comigo, e é normal.
Foste a miúda que mais me marcaste em toda a minha vida.
Mas agora não viro a cara à luta!
Eu vejo que já não olhas para mim da mesma maneira que me olhavas.
Aliás, já nem olhas para mim.
Nota-se que tentas cortar qualquer tipo de ligação comigo.
Mas sinceramente já nem me chateio com isso.
Eu também quero que exista uma certa distância, independentemente de continuarmos a sair juntos, ou não.
Sinceramente não sei porquê que não me desligo definitivamente de ti.
Algo diz me que devo ficar, mesmo olhando para tudo e ver que não vou conseguir levar mais nada desta luta.
E sinto-me de consciência muito tranquila, porque ontem eu comportei-me como um "gentleman".
Sim, a vontade que eu tinha era de mandar a tua melhor amiga para um sítio.
E mesmo assim mantive a postura, como sempre o fiz.
É verdade que ela não merecia, mas mantive, porque a minha forma e a minha maneira de estar na vida é essa.
A partir de agora um sentimento único:
"Bola para a frente, e fé em Deus".
É a frase mais ajustada a tudo.
Já me desapeguei (não na totalidade), já desamei (isso é possível?), e agora o objetivo único, se é que existe algum objetivo possível para isto, é o de lutar pela a amizade que contigo tinha.
Ontem quando cheguei à noite, tive um mano e uma mana que a primeira vez que me abordaram, disseram:
"Mano, ela está aqui connosco".
Eu sei que se fala muito.
Eu sei que sou falado constantemente por causa disto.
Aliás, eu sinto que tenho o mundo a meu lado acerca disto.
Mas de que serve eu ter o mundo ao meu lado, quando não tenho ela?
Não vale a pena!
Por muito lutador que eu até possa ser, eu não posso obrigar alguém a amar.
Não posso obrigar alguém a ter esse sentimento.
Ao início quando levei o teu fora, e me disseste que querias ficar na "friendzone", custou-me a aceitar.
Aliás, eu nem queria aceitar, porque efetivamente eu sentia que tu também sentias algo por mim.
Podia não ser o mesmo que eu sentia por ti, mas ponho "as mãos no fogo" como sentias algo por mim.
Mas sinceramente esta fase de reflexão, já foi há muito.
Agora que já aceitei, que me pus à prova e não falhei, vou atrás dessa amizade linda que tinha contigo.
Queres que eu seja sincero?
Sinceramente acho que não vamos voltar a ter aquela amizade que já chegamos a ter, mas já me redimo com algo parecido.
Por isso, que o mundo me ajude a levantar definitivamente a cabeça, e a seguir definitivamente em frente.
sábado, 7 de julho de 2018
Abstinência
Não tem nada a haver com tabaco, mas cada vez dá me mais a sensação que existem muitas parecenças.
A realidade, é que há cerca de 2 meses dizia que existiam na minha vida 2 estimulantes que me acalmavam, o tabaco, e tu.
Atualmente tu preferiste ir embora, e fiquei apenas eu e o meu nite sozinhos.
Uma abstinência custa sempre!
No outro dia até disse no meu Twitter que isto era um pouco como o tabaco, ou deixas de vez, ou voltas a agarrar-te.
E então claro que o objetivo disto é deixar de vez.
O problema é que nestes casos de desgostos amorosos, também existe a tal abstinência, como no tabaco.
Deixei todas as redes sociais, à exceção do Facebook, porque sei que é a única rede social que não usas regularmente.
Todas as outras redes sociais, desinstalei do telemóvel.
Não é porque quisesse, mas não tinha outra opção.
Era difícil ter que ver alguma foto tua, e perceber que tudo o que a minha cabeça fantasiou, nunca vai acontecer.
Por isso tomei como liberdade deixar o Twitter, o Instagram e o Snapchat.
Mas apenas por uns tempos, enquanto não ultrapasso definitivamente isto, no que à saudade diz respeito.
E mesmo assim eu sei que me segues.
Diz-me quem é que perde tempo a ver a porcaria da história do WhatsApp?
Publiquei um vídeo e duas fotos na história do WhatsApp.
Imaginem quem é que viu?
Pois é, bingo!!!
Vou me refugiar nas redes sociais que não interessam a ninguém, e mesmo assim tu vais lá dar do teu olho.
A sério que nunca vou entender tudo isto.
Em condições normais devias-me deixar ir, certo?
Se tu vês que todas as atitudes que tomo é para me afastar de ti, porquê que não desligas de mim?
Eu sei que não és burra nenhuma!!!
Até assim é mais difícil para mim encarar este novo sentimento de desapego e de afastamento.
Achas que é fácil para mim quando bate aquela saudade de dar um olho no teu Twitter, Instagram ou Snapchat, eu não o poder fazer, simplesmente porque não quero ler e ver coisas que me podem doer?
Acredita que sim!
Eu apeguei-me a ti.
Eu viciei-me por ti.
Eu acabei-me por drogar a ti.
E claro que agora este sentimento custa mais que tudo.
E eu sinceramente olho para ti, e já não sinto aquele sentimento nem de paixão, nem de amizade especial que tinha por ti.
O problema é uma palavra 100% portuguesa que define um sentimento ou algo que nós tenhamos vivido e que nós adorávamos, e que sabemos bem que já não volta, a "saudade".
Isso é o que me destrói por dentro.
O facto de quando passar por algum sítio, e pensar:
"Foi aqui que vivi momento "X" com ela."
Ou o sentimento de quando for sair à noite, e ver te nos bares que costumávamos frequentar juntos, agora termos que fazer de forma isolada, provavelmente não tirando os olhos um de cima do outro.
Mas esta abstinência, que não foi uma escolha minha, mas foi uma decisão pessoal, no fundo até me tem feito muito bem.
Não te tenho esquecido, aliás, estaria a ser hipócrita e mentiroso se dissesse o contrário.
No fundo ainda penso em ti todos os dias.
A diferença é que tento com que isso aconteça o menor número de vezes possível durante o dia, e tento abstrair-me ao máximo.
Ainda ontem estava em casa, e comecei a pensar bué em ti.
O que eu fiz?
Peguei-me em mim, e fui fazer uma caminhada de duas horas.
É um sentimento que não se apaga assim.
Só o tempo e a distância podem efetivamente ajudar.
Então em vez de lutarmos contra este sentimento, encaramos isto como algo normal.
No fundo é como aquela expressão popular, que se não os poderes vencer, junta-te a eles.
E aqui acontece exatamente o mesmo.
Se não poderes vencer este sentimento, junta-te a ele!!!
quinta-feira, 5 de julho de 2018
Não é justo
Não é justo.
Eu queria que fosse um ponto final parágrafo definitivo.
Eu queria ir em definitivo, assim como queria que também fosses.
O problema é que tenho dificuldades em deixar te ir.
E nos momentos em que quis ser eu a ir, tu não me deixaste.
Não sei o que necessito de fazer mais para travar isto de uma vez por todas.
Pensei que fazendo uma das ações que fiz, que não quisesses saber mais de mim.
E isso era bom para mim, porque eu não te quero ver.
O problema é que mesmo que não seja bombardeada por ti, sou pela parva da tua melhor amiga que te anda a envenenar de uma maneira...
Sei lá, não consigo ver uma simples foto em que apareças.
Fico com aquela sensação de que perdi o mundo, mesmo sabendo que não é verdade.
Não é fácil ter que gerir isso tudo.
Só gostava era de saber o porquê de não me teres deixado partir quando eu quis.
E tu és o meu ponto fraco.
Vais mexer sempre comigo.
Podes não ser a miúda por quem eu mais sofri nesta vida, mas és com toda a certeza a miúda que mais me marcaste em toda a minha vida, até ao momento.
Eu sei que não há nada a fazer.
Nem eu quero mais nada.
Só queria que me tivesses deixado ir, e que não me andasses a iludir com as tuas atitudes.
Nem sei como reagir quando te ver cara a cara...
Se calhar faço como da última vez em que te vi praticamente cara a cara, em que peguei no telemóvel, e comecei a fazer de conta que estava a fazer algo importante, só para não ter que te encarar.
Mas sei que não posso fugir para sempre, porque é óbvio que nos vamos continuar a cruzar, porque ambos movimentamos praticamente os mesmos sítios.
E no fundo é isso.
Não sei se te andas a redimir de alguma coisa, ou se me andas a iludir.
Durante 2 dias não abri qualquer snap teu.
Até fiz de propósito para perder as chamas contigo no snap.
Quando abria os snaps, nunca respondi.
E tu continuaste a mandar a porra dos snaps, como se nada fosse.
Devias ter me deixado ir.
Eu sei que não és burra!
E claro, que sabendo tu que és o meu ponto fraco, e quando eu te devia ter desprezado à força toda, e ter mantido essa postura, comecei a ficar de consciência pesada porque não consigo ser como tu fostes comigo, e vou responder, porque sou um totó iludido.
Ainda estou a repensar se te mando fora da minha vida ou não...
Isso é tão estúpido!
Eu já tinha definido que não te queria mais na minha vida, independentemente do que isso me fizesse sofrer.
Só queria ultrapassar esta fase.
Porque eu não vou conseguir ser o que já fui para ti, e nem tu vais conseguir ser o que já fostes para mim.
Não é justo eu querer tirar o pé e não me deixares.
Não é justo eu ser obrigado a encarar-te, mesmo não querendo.
Não é justo ter que levar contigo.
Não é justo!
terça-feira, 3 de julho de 2018
Consciência vs Sentimento
Muitas vezes pergunto-me se realmente estou a fazer aquilo que é o mais correto.
A minha consciência diz que sim, mas o sentimento diz que não.
Ela ainda mexe comigo, e vai continuar a mexer nos próximos tempos.
Isso é inevitável.
Dizem que devemos sempre seguir o que a nossa consciência nos diz.
O problema é que por muito que nós não queiramos ver as pessoas, parece que a vida nos mete as pessoas do nada à nossa frente.
E nós quando não queremos ver alguém, ficamos meio abananados, porque não sabemos como agir, caso as pessoas apareçam efetivamente à nossa frente.
Já me aconteceu umas 3 ou 4 vezes nos últimos tempos, em que eu não a queria ver por nada, e depois aparecia-me à minha frente, parece que caída do céu.
E dá a sensação que a vida anda a gozar connosco.
Por muito que nós não queiramos ver as pessoas, parece que a vida vira-se para nós e diz:
"Sofre aí c****!!!"
E é nessa altura, em que nós pensamos:
Será que realmente estou a fazer o que é mais acertado?
Será que o melhor é mesmo afastar-me definitivamente?
Por poucas dúvidas que nós possamos ter, parece que com estas ratoeiras que a vida nos coloca, ficamos cada vez mais duvidosos sobre o nosso rumo.
O que é certo é que isto se continuar assim, vou levar muito mais tempo para ultrapassar isto, do que o expectado.
segunda-feira, 2 de julho de 2018
Cabeça Erguida
Podia ficar totalmente depressivo com a situação…
No fundo já passei por isso!
Quando se ama alguém verdadeiramente, e se perde essa pessoa, independentemente de ter havido ou não uma relação, custa e dói muito, porque sentimos que essa pessoa faz nos falta, sobretudo quando são pessoas que nos marcam, e quando nos apegamos.
Mas é de cabeça erguida que temos que estar.
É óbvio que não nego este "luto" amoroso.
Mas no fundo, já não vou deitar nem mais uma lágrima, por quem já não merece.
O que tento fazer, é encarar o chamado "luto" como algo normal, até que ele se apague definitivamente do nosso coração.
Se me apetecer ouvir músicas depressivas?
Vou ouvir, pois claro! Mas por muito que sinta alguma música, não me deixo levar nem pela angústia, nem pelo o desgosto, e nem pelo o vazio que me possa provocar.
No fundo (pela milésima vez), quando passamos por situações destas, nós acabamos por mudar.
As desilusões, sejam elas amorosas ou não, mudam-nos sempre.
E nós temos que entender no que é que mudamos.
Eu foco-me bastante nisso.
Deixei de focar o meu pensamento totalmente nela (é óbvio que ainda penso nela, sobretudo nessa amizade especial que não vai voltar), mas passei a focar o meu pensamento em atitudes menos positivas que ela teve, e que me deixou magoado, porque isso efetivamente ajuda a ultrapassares.
No momento em que tu começas-te a afastar dela (em todos os aspetos) e começas-te a focar em ti, começas a ter amor próprio, coisa que se calhar não tiveste por causa desse sentimento, enquanto só lutavas por ela, porque só pensavas nela, e amavas ela mais que tudo.
E nós precisamos de amor próprio!
Sobretudo para esquecer amores impossíveis.
Sinto que a cada dia que passa, penso cada vez menos nela.
Fui obrigado a cortar todo o tipo de ligação que podia vir a ter com ela.
Se foi difícil?
Ui, nem vos conto…
Não lhe mandares nenhum snap, nem de bom dia, nem de boa noite.
Não abrires qualquer tipo de mensagem de texto, imagem ou vídeo que ela pudesse mandar.
Faz tudo parte deste novo sentimento de desapego e de recriação pessoal.
É possível que possa fraquejar naquele sentimento que podia ter dado e não deu?
É óbvio que sim, é óbvio que possa ter uma recaída!
Mas como é óbvio, agora penso muito menos nela e em toda a situação, do que pensava há uma semana.
E assim há de ser, até isto desaparecer definitivamente do coração.
Sinto que hoje estou mais perto de ultrapassar este sentimento, do que estava há algum tempo.
E isso anima-me!
Quero desapegar-me o mais depressa possível.
No fundo quero ir aproveitar a vida lá fora, como qualquer jovem faz.
O caminho é em frente, e a cabeça é erguida!
Ponto final, parágrafo
Hoje começa um novo dia, e a partir de hoje tudo vai dar uma grande volta.
No fundo, vou cortar o mal pela raíz.
Acreditem que me vai custar muito a fazê-lo, mas a vida é assim mesmo.
Como costumo dizer, não podemos obrigar ninguém a ficar nas nossas vidas.
Se as pessoas querem ir, então temos que as deixar ir.
Eu fiz de tudo para que o final desta história fosse outro, mas no fundo quem quis que as coisas terminassem assim, foste tu.
Ou se calhar até nem foste, na medida em que estás a ser influenciada e envenenada.
Mas agora sinto que chegou a hora de perceberes da pior forma que acabou-se a palhaçada.
Não há nada a fazer.
E não quero encarar as coisas, como se nada tivesse acontecido.
Há coisas que efetivamente me marcaram, assumo perfeitamente, mas é hora de dar um novo rumo à minha vida.
É altura de colocar um ponto final, parágrafo nisto tudo.
Custou-me a tomar esta decisão, foi pensada e repensada, mas na vida sempre me disseram que cada um deita-se na cama que faz.
Vou definitivamente cortar qualquer tipo de ligação ou contacto contigo.
És um passado na minha vida, que eu já nem sei que se mudasses de ideias, queria que voltasses.
Sinto-me triste e magoado com tudo o que aconteceu.
Com o quase que foi, e agora não é, nem nunca mais vai voltar a ser nada.
Custa-me ter que encarar isto como se nunca tivesse existido nada.
Mas agora é caminhar com outro rumo.
Aceitar definitivamente esta dor, e ultrapassar.
Sei que com as amigas de m**** que tens a teu lado, não vai demorar muito a começares a fazer coisas politicamente incorretas.
Mas sinceramente já me importei muito mais com isso.
Resta-me apenas esta mágoa daquilo que fomos, do sentimento extraordinário que tive por ti em todos os aspetos, e que pelos vistos para ti não significou nada, quando eu ponho as mãos no fogo com que pelo menos um fraquinho tinhas por mim.
Mas prefiro finalizar este texto com o seu título:
Ponto final, parágrafo.
domingo, 1 de julho de 2018
Saudade
Este é um texto diferente, e mais descomprimido de uma maneira de olhar para a vida.
É o meu primeiro texto neste blog, onde não falo em questões amorosas.
Desrespeitando um bocado do título deste blog, vou vos deixar com uma reflexão pessoal curta, sobre a saudade e o passado.
Dizem que nunca devemos olhar para trás na vida.
Mas à medida que vamos vivendo, vamos tendo momentos bons e outros menos bons.
A verdade é que com o passar dos anos, sempre que vamos olhando mais para trás no tempo, vai batendo cada vez mais aquela saudade.
Daquele sentimento de quando eras mais miúdo, de estares naquele local a viver a vida.
A saudade é algo que não é apagada.
Mas também devemos olhar em frente.
Vivemos no presente, e o futuro neste momento é apenas uma ilusão nossa.
O passado é o que nos faz recordar e transportar para essa outra realidade.
A saudade quando bate, bate mesmo forte.
Aquela saudade daquele momento em que tu eras um miúdo de 7/8 anos, e tinhas o sonho de ser jogador profissional de futebol.
Aquela saudade de podermos reviver algum momento que nos tenha marcado efetivamente na nossa vida.
Ainda não existem máquinas do tempo!
Pode ser que no futuro criem uma máquina do tempo, nem que seja só para nós podermos voltar a reviver momentos que foram extraordinários, mas que já não voltam.
Enquanto não existirem máquinas do tempo, vamos continuar a olhar para a vida em frente, porque esse é o caminho.
O que foi não volta a ser!
O que vier, que venha!
E o que for para ser, que seja agora!!!
Às vezes o amor estraga tudo
Ontem decidi ir abstrair-me, fui sair à noite.
Enfim, chegar ao local da diversão, pagar a garrafa, afogar as mágoas da vida, no fundo beber para esquecer.
Entretanto achei um amigo meu, que estava com mais duas amigas, e acabei por me juntar a eles numa fase inicial da noite.
Tivemos a beber, tivemos a fumar (nada de ilegal), e fomos para outro sítio beber mais.
Chegamos a uma esplanada, abancamos.
Passados 2 minutos depois de abancar, chega a namorada de um grande mano meu com o seu grupo de amigos, a perguntar se eu não podia comprar bebida para eles, porque eu sou maior de idade, e eles são todos menores.
Como é óbvio, acabei por comprar, e depois acabei por me juntar a eles a beber mais.
Entretanto já com a bebedeira que tinha, comecei a falar com essa dama desse mano meu, sobre questões amorosas. Confesso que nunca tinha desabafado com uma amiga sobre estas questões, mas realmente tenho que dar a mão à palmatória, quando se diz que falar de assuntos amorosos com gajas, é completamente diferente de falar com gajos.
Nós temos uma maneira de ver as coisas, elas têm outra completamente diferente. Não estou com isto a dizer que nós é que vemos melhor estas questões amorosas, ou que são elas que vêm isto com melhores olhos.
Apenas de uma maneira diferente.
O que é engraçado é que essa amiga minha é muito próxima da minha ex-crush.
Conhecem-se muito bem, praticamente desde pequeninas.
E então com o álcool que já tinha no sangue e no cérebro, comecei a desabafar.
Contei-lhe quem era a minha ex-crush, e sinceramente não me lembro de muita coisa dessa conversa, porque o álcool não jogou muito a meu favor.
Assim que disse quem era, ela virou-se para mim, e disse:
"A sério que é ela?
Ela é tão fofinha!
E tem tão bom coração!"
Mesmo não conhecendo a minha ex-crush tão bem como esta minha amiga, arrisco-me a dizer que foi provavelmente por esses motivos que me apaixonei por ela, e me apeguei a ela.
Mas disse a esta minha amiga que agora queria SÓ única e exclusivamente a amizade especial que tinha com ela.
Disse-lhe tudo, que achava que a minha ex-crush estava a ser envenenada por uma das melhores amigas dela, que lhe estava a colocar contra mim.
E de várias cenas que falamos sobre esse assunto, ficou-me apenas uma frase na retina dita por esta minha amiga, que é namorada de um grande mano meu:
"Mano, às vezes o amor estraga tudo!"
Acho que nem preciso de acrescentar algo mais.
Acho que esta frase diz tudo acerca da minha situação atual.
E neste caso acho que foi isso mesmo que aconteceu!
O amor f***u tudo, inclusive a amizade especial que tinha com ela.
Mas agora é levantar a cabeça!
Não podemos obrigar ninguém a ficar nas nossas vidas.
Se quer ir, então deixa voar, de preferência para bem longe daqui.
Sei que custa, sobretudo quando são pessoas que nos marcam, mas não temos outra hipótese a não ser aceitar.
Aliás, desta conversa tirei muito boas ilações de como poder ultrapassar isto.
Esta minha amiga esteve numa relação de anos, e de um momento para o outro teve que sair.
E ela deu-me várias dicas.
Aliás, fui eu que lhe perguntei.
Mas sinceramente, foi o melhor momento que tive na noite.
Melhor momento depois desta conversa que estava a ter com esta minha amiga, foi esse meu mano ter aparecido do nada, e ter feito uma surpresa à dama dele, e à malta que já lá estava.
Mas esta conversa foi uma lufada de ar fresco que precisava psicologicamente e sentimentalmente, independentemente de haver muita coisa da conversa que eu já não me recorde muito bem.
Sinceramente, acho que os próximos tempos vão ser difíceis em termos pessoais.
Depois de praticamente ter limpado o sentimento de "paixão", agora vou ter de limpar este sentimento de amizade especial que tinha com ela.
É triste e ingrato pela luta que tive.
Mas não há nada a fazer, só tenho que aceitar.