Tic tac...
O tempo que dói de ouvir.
O relógio que faz tic tac a cada segundo que passa.
É o tempo que me custa, é o tempo que custa a passar.
As dores do passado, não me trazem nada de inspirador e de motivador para o que falta da minha vida.
E se a inspiração vem dos outros, a motivação vem de nós.
Mas independentemente do que venha de fora, ou de dentro, nada é suficiente para me fazer feliz.
Nenhum motivo é suficiente para me fazer voltar a sorrir com toda a genuinidade.
À exceção da minha irmã, que está tão longe...
Mas engano-a.
A mim, e a ela.
E mesmo sabendo que não a engano como queria, porque os mais jovens pressentem com grande facilidade aquilo que os adultos sentem, vou tentando enganar.
Falam-me em luto traumático.
Falam-me em anos.
Mas quando achamos que o tempo que passou é mais que suficiente, o que podemos fazer?
Acho que tenho tentado seguir aquilo que é a minha intuição.
Mas o que é a minha intuição?
Encarar, saber lidar, saber sobreviver...
Mas dizer a alguém para sobreviver, quando esse mesmo alguém viveu, é incoerente.
É a arte de enganar no seu melhor.
É o tempo a passar, mas as dores a ficar.
É duro demais.
É demasiada tristeza para uma só alma.
Porque o tempo devia ser o nosso melhor conselheiro, mesmo não o sendo.
Porque o tempo só é tempo para o que lhe interessa.
E se o tempo não passar, vou continuar a recordar esse tempo, de quando o tempo era tempo.
De quando o tempo corria, e não mandava.
Quando o meu bem estar, se sobrepunha ao tempo.
E por cá, passados quase 11 meses, recordo o tempo da minha genuína felicidade e da verdadeira entrega a esse alguém que o tempo preferiu levar.
Tic tac.
quinta-feira, 29 de abril de 2021
segunda-feira, 26 de abril de 2021
Lágrimas
Uma lágrima significa uma dor.
Uma lágrima significa uma emoção.
Uma lágrima significa uma saudade enorme.
Uma lágrima é uma gota de um choro profundo.
Um choro que provoca uma ansiedade.
Um choro que me coloca o peito preso.
Um choro que me dá vontade de querer chorar cada vez mais.
Recordo-me de quando chorava de alegria...
Algo que não acontece há tanto, e tanto tempo...
Esse choro de alegria, aliava a humildade à gratidão de termos aquilo que achavamos que merecíamos na nossa vida, mas ao mesmo tempo aquilo que achávamos que não merecíamos, por termos algo demasiado bom para aquilo que éramos e que somos.
A realidade atual demonstra-me um oposto enorme.
Creio que vivo constantemente numa falsa alegria.
É a melhor forma de me enganar a mim próprio, mesmo sabendo que esta falsa alegria, apenas disperta a saudade da verdadeira alegria.
Do modo mais genuíno que alguma vez vivi.
E das lágrimas de alegria, passei para essas lágrimas que frisei acima.
Uma dor que não desaparece, mesmo que tenha feito de quase tudo para que ela fosse embora.
Uma emoção arrepia só de recordar as memórias e as lembranças que foram intensamente positivas.
Uma saudade enorme de ser quem fui. De ter alguém que me completasse. Alguém que fosse o meu porto de abrigo, e que qualquer palavra que me pudesse dizer, me acalmava e me amenizava.
A lágrima apenas representa fisicamente aquilo que são os nossos pensamentos, e os mais profundos sentimentos de angústia e dor.
As lágrimas que sabem a sal.
As lágrimas que correm intensamente na arte de recordar o melhor.
As lágrimas que revelam aquilo que fomos e aquilo que somos.
Se com apenas uma lágrima que caísse, se matasse a tristeza, então não voltaria a deitar mais lágrimas na minha vida.
Uma lágrima significa uma emoção.
Uma lágrima significa uma saudade enorme.
Uma lágrima é uma gota de um choro profundo.
Um choro que provoca uma ansiedade.
Um choro que me coloca o peito preso.
Um choro que me dá vontade de querer chorar cada vez mais.
Recordo-me de quando chorava de alegria...
Algo que não acontece há tanto, e tanto tempo...
Esse choro de alegria, aliava a humildade à gratidão de termos aquilo que achavamos que merecíamos na nossa vida, mas ao mesmo tempo aquilo que achávamos que não merecíamos, por termos algo demasiado bom para aquilo que éramos e que somos.
A realidade atual demonstra-me um oposto enorme.
Creio que vivo constantemente numa falsa alegria.
É a melhor forma de me enganar a mim próprio, mesmo sabendo que esta falsa alegria, apenas disperta a saudade da verdadeira alegria.
Do modo mais genuíno que alguma vez vivi.
E das lágrimas de alegria, passei para essas lágrimas que frisei acima.
Uma dor que não desaparece, mesmo que tenha feito de quase tudo para que ela fosse embora.
Uma emoção arrepia só de recordar as memórias e as lembranças que foram intensamente positivas.
Uma saudade enorme de ser quem fui. De ter alguém que me completasse. Alguém que fosse o meu porto de abrigo, e que qualquer palavra que me pudesse dizer, me acalmava e me amenizava.
A lágrima apenas representa fisicamente aquilo que são os nossos pensamentos, e os mais profundos sentimentos de angústia e dor.
As lágrimas que sabem a sal.
As lágrimas que correm intensamente na arte de recordar o melhor.
As lágrimas que revelam aquilo que fomos e aquilo que somos.
Se com apenas uma lágrima que caísse, se matasse a tristeza, então não voltaria a deitar mais lágrimas na minha vida.
terça-feira, 20 de abril de 2021
Morte Interna
Pior que desistir dos outros, é desistir de nós mesmos.
É acreditarmos que aconteça o que acontecer, nada vale a pena, que não há iluminação na nossa existência, que apenas existem cores neutras na vida, ao passo que a cada dia que passa, vai aumentando o vazio que existe dentro de nós.
Recordarmos daquilo que fomos, comparando com aquilo que somos, dói.
Perceber que mudamos quase que de uma maneira drástica, mais ainda.
Resta-nos tentar encarar e adaptar-nos aos desafios que a vida nos vai trazendo.
Mesmo que não tenha sido nada daquilo que sonhamos.
E quando perdemos essa força de lutar, que há quase 1 ano parecia algo impensável, acabamos por perder-nos, por perder a identidade, e simplesmente achamos que morremos internamente, sendo obrigados a cada dia que passa, adaptar-nos a essa mesma mudança.
E é a refletir diariamente, que percebo, que por mais forças que tenha, não tenho forças para remar contra a maré da vida.
Foi como se tivesse saído de um tiroteio totalmente ferido, e a necessitar de assistência hospitalar.
Mas depois percebo que isso já aconteceu (pensando de uma maneira irrealista), e acabo me afogando nessa maré da vida, mesmo parecendo que o mar não tem qualquer ondulação.
Falta perceber que resultados a vida nos trará.
Dizem que o caminho difícil é o sentido certo.
Dizem que a tempestade não dura para sempre, e que depois dela, costuma vir a tranquilidade.
Não tenho muita crença nisso, mas prefiro agarrar-me às poucas crenças que ainda tenho, e acreditar que um dia, a felicidade vai voltar a sorrir-me.
É acreditarmos que aconteça o que acontecer, nada vale a pena, que não há iluminação na nossa existência, que apenas existem cores neutras na vida, ao passo que a cada dia que passa, vai aumentando o vazio que existe dentro de nós.
Recordarmos daquilo que fomos, comparando com aquilo que somos, dói.
Perceber que mudamos quase que de uma maneira drástica, mais ainda.
Resta-nos tentar encarar e adaptar-nos aos desafios que a vida nos vai trazendo.
Mesmo que não tenha sido nada daquilo que sonhamos.
E quando perdemos essa força de lutar, que há quase 1 ano parecia algo impensável, acabamos por perder-nos, por perder a identidade, e simplesmente achamos que morremos internamente, sendo obrigados a cada dia que passa, adaptar-nos a essa mesma mudança.
E é a refletir diariamente, que percebo, que por mais forças que tenha, não tenho forças para remar contra a maré da vida.
Foi como se tivesse saído de um tiroteio totalmente ferido, e a necessitar de assistência hospitalar.
Mas depois percebo que isso já aconteceu (pensando de uma maneira irrealista), e acabo me afogando nessa maré da vida, mesmo parecendo que o mar não tem qualquer ondulação.
Falta perceber que resultados a vida nos trará.
Dizem que o caminho difícil é o sentido certo.
Dizem que a tempestade não dura para sempre, e que depois dela, costuma vir a tranquilidade.
Não tenho muita crença nisso, mas prefiro agarrar-me às poucas crenças que ainda tenho, e acreditar que um dia, a felicidade vai voltar a sorrir-me.
Duas mãos cheias de nada
Duas mãos cheias de meses se passaram...
10 meses em que progressos quase não foram notórios.
10 meses de sofrimento, 10 meses de aflição, 10 meses de tristeza, 10 meses de mágoa, 10 meses de dor, 10 meses de ausência, 10 meses de saudade.
Diz se que o tempo cura tudo.
A mim não!
E se um sofrimento não se cura em 10 meses, então ele ficará eternamente dentro de nós.
E isso tem tanto de filosófico, como de realista.
Cansei-me de lutar contra o sofrimento, para ver se ele me larga de uma vez.
Mas ele continua, desde do primeiro dia há 10 meses, até hoje.
Tentei aprender a lidar e a viver com esse mesmo sofrimento.
Mas tudo aquilo que aprendi, foi a viver a ausência e a saudade daquilo que considero ter sido o melhor de mim.
Eu sei que isto só se resolve de uma maneira.
A mesma que há 10 meses pensava que seria a única solução e saída.
A mesma que há 10 meses queria que fosse a única solução e saída.
Mas o problema, não sou eu.
Nunca fui.
O problema é quem gosta de mim.
Tirando a minha família, ninguém gosta de mim, é um facto.
Há quem faça de conta que gosta, para aparecer na fotografia, mas na realidade, conto pelos dedos aqueles que realmente me admiram naquilo que me tornei, e que até eu tenho nojo.
É verdade que os mais próximos de mim, gostam mais de mim, que eu mesmo.
Não é ser duro ou injusto para comigo.
É ser realista.
E prefiro viver na realidade, por mais dura que seja, que viver na ilusão de que sou um exemplo para toda a gente, quando eu nem sou exemplo para a minha irmã, que é a pessoa que mais amo genuinamente neste mundo.
Eu peço.
Eu rezo.
Tenho fé, tenho esperança.
Mas cada vez mais, parece que essa fé e essa esperança não são suficientes para que esta dor se vá embora.
Para que a minha vida volte a dar outra volta de 180° para melhor.
Para essa felicidade extrema, que um dia senti, e que só queria viver diariamente, regressar de vez, e definitivamente.
Mas a felicidade que aparece devagar, depressa se vai.
E a tristeza que depressa aparece, devagar se vai.
É duro, é inenarrável tudo aquilo que sinto, há demasiado tempo.
Com tantos psicólogos que já tive ao longo deste tempo, e nenhum conseguiu fazer nada por mim.
Porque os psicólogos só resolvem assuntos mentais.
Mas sentimentais?
Nem o melhor psicólogo do mundo tem qualificação suficiente para resolver uma dor e um sofrimento tão profundo, como aquele que tenho.
Amar é sofrer.
E a vida já me mostrou que o meu fado e o meu vaticínio é com azar ao amor, ao jogo, e sorte ao azar.
Mesmo sabendo que deveria depender mais do amor próprio, que de o amor de outros, que depois partem sem deixar rasto.
Mas infelizmente é desse amor que sinto ausência.
Porque todo o amor próprio, é incomparável ao amor que já senti por outra pessoa.
E é por ter sentido esse amor por outra pessoa, de forma tão intensa, que o sofrimento é igualmente tão intenso.
Se um dia ultrapassar e superar todo este sofrimento (que cada vez mais duvido), não irei ter capacidade, nem querer voltar a amar mais uma vez.
E é por não querer, que fico com duas mãos cheias de nada.
10 meses em que progressos quase não foram notórios.
10 meses de sofrimento, 10 meses de aflição, 10 meses de tristeza, 10 meses de mágoa, 10 meses de dor, 10 meses de ausência, 10 meses de saudade.
Diz se que o tempo cura tudo.
A mim não!
E se um sofrimento não se cura em 10 meses, então ele ficará eternamente dentro de nós.
E isso tem tanto de filosófico, como de realista.
Cansei-me de lutar contra o sofrimento, para ver se ele me larga de uma vez.
Mas ele continua, desde do primeiro dia há 10 meses, até hoje.
Tentei aprender a lidar e a viver com esse mesmo sofrimento.
Mas tudo aquilo que aprendi, foi a viver a ausência e a saudade daquilo que considero ter sido o melhor de mim.
Eu sei que isto só se resolve de uma maneira.
A mesma que há 10 meses pensava que seria a única solução e saída.
A mesma que há 10 meses queria que fosse a única solução e saída.
Mas o problema, não sou eu.
Nunca fui.
O problema é quem gosta de mim.
Tirando a minha família, ninguém gosta de mim, é um facto.
Há quem faça de conta que gosta, para aparecer na fotografia, mas na realidade, conto pelos dedos aqueles que realmente me admiram naquilo que me tornei, e que até eu tenho nojo.
É verdade que os mais próximos de mim, gostam mais de mim, que eu mesmo.
Não é ser duro ou injusto para comigo.
É ser realista.
E prefiro viver na realidade, por mais dura que seja, que viver na ilusão de que sou um exemplo para toda a gente, quando eu nem sou exemplo para a minha irmã, que é a pessoa que mais amo genuinamente neste mundo.
Eu peço.
Eu rezo.
Tenho fé, tenho esperança.
Mas cada vez mais, parece que essa fé e essa esperança não são suficientes para que esta dor se vá embora.
Para que a minha vida volte a dar outra volta de 180° para melhor.
Para essa felicidade extrema, que um dia senti, e que só queria viver diariamente, regressar de vez, e definitivamente.
Mas a felicidade que aparece devagar, depressa se vai.
E a tristeza que depressa aparece, devagar se vai.
É duro, é inenarrável tudo aquilo que sinto, há demasiado tempo.
Com tantos psicólogos que já tive ao longo deste tempo, e nenhum conseguiu fazer nada por mim.
Porque os psicólogos só resolvem assuntos mentais.
Mas sentimentais?
Nem o melhor psicólogo do mundo tem qualificação suficiente para resolver uma dor e um sofrimento tão profundo, como aquele que tenho.
Amar é sofrer.
E a vida já me mostrou que o meu fado e o meu vaticínio é com azar ao amor, ao jogo, e sorte ao azar.
Mesmo sabendo que deveria depender mais do amor próprio, que de o amor de outros, que depois partem sem deixar rasto.
Mas infelizmente é desse amor que sinto ausência.
Porque todo o amor próprio, é incomparável ao amor que já senti por outra pessoa.
E é por ter sentido esse amor por outra pessoa, de forma tão intensa, que o sofrimento é igualmente tão intenso.
Se um dia ultrapassar e superar todo este sofrimento (que cada vez mais duvido), não irei ter capacidade, nem querer voltar a amar mais uma vez.
E é por não querer, que fico com duas mãos cheias de nada.
domingo, 4 de abril de 2021
Sexta feira Santa
Sexta feira santa...
O dia em que o sofrimento anda no ar...
E se a nível de religião, foi o dia em que Jesus Cristo faleceu, para mim é mais um dia de sofrimento, como muitos que tenho tido, desde que o presente, que já não é presente, se tornou definitivamente ausente.
É nesta sexta feira santa, que recordo, que revivo, tudo aquilo que foi felicidade extrema, e que neste momento é inexistente.
Quase que há semelhança daquilo que Jesus Cristo fez de bem, mas que foi ignorado.
E nada melhor que fazer esta comparação, sendo eu cristão, crente e fiel a Jesus Cristo.
Hoje vivo na escuridão.
Escuridão essa que tapou o planeta, pouco depois das 15h, após Jesus ter morrido.
E é essa escuridão que me segue e prossegue para todo o lado que eu vou.
A escuridão que me dá saudade, a escuridão que me dá aflição, mas a escuridão que me dá vontade de querer voltar.
Voltar àquilo que já fui.
Voltar àquilo que senti, e que foi o melhor de mim.
O significado do passado, para mim, não tem qualquer significado.
Porque para mim, o que tem significado, é o presente.
E o presente para mim, é de remissões, à volta de muitas coisas que eu sonhei.
É injusto!
E eu sei que é...
Mas a vida não é justa, mas dura, para quem a tenta viver intensamente e genuinamente.
Sonho com o dia, em que o passado se esqueça.
Com o dia em que o passado se apague.
Porque é o passado que me traz a saudade do melhor que fui, e já não sou.
Mas ao mesmo tempo, sei que o passado já não existe, que o presente é o que vivo, e que o futuro é tanto de incerto, como de esperança.
E é a esse futuro que me tento agarrar, com todas as forças que tenho.
Se um dia sofrer como Jesus, aquilo que eu peço, é que como cristão, Jesus tenha piedade de mim, e me ajude a viver e a concretizar, todos os sonhos principais que tenho.
O dia em que o sofrimento anda no ar...
E se a nível de religião, foi o dia em que Jesus Cristo faleceu, para mim é mais um dia de sofrimento, como muitos que tenho tido, desde que o presente, que já não é presente, se tornou definitivamente ausente.
É nesta sexta feira santa, que recordo, que revivo, tudo aquilo que foi felicidade extrema, e que neste momento é inexistente.
Quase que há semelhança daquilo que Jesus Cristo fez de bem, mas que foi ignorado.
E nada melhor que fazer esta comparação, sendo eu cristão, crente e fiel a Jesus Cristo.
Hoje vivo na escuridão.
Escuridão essa que tapou o planeta, pouco depois das 15h, após Jesus ter morrido.
E é essa escuridão que me segue e prossegue para todo o lado que eu vou.
A escuridão que me dá saudade, a escuridão que me dá aflição, mas a escuridão que me dá vontade de querer voltar.
Voltar àquilo que já fui.
Voltar àquilo que senti, e que foi o melhor de mim.
O significado do passado, para mim, não tem qualquer significado.
Porque para mim, o que tem significado, é o presente.
E o presente para mim, é de remissões, à volta de muitas coisas que eu sonhei.
É injusto!
E eu sei que é...
Mas a vida não é justa, mas dura, para quem a tenta viver intensamente e genuinamente.
Sonho com o dia, em que o passado se esqueça.
Com o dia em que o passado se apague.
Porque é o passado que me traz a saudade do melhor que fui, e já não sou.
Mas ao mesmo tempo, sei que o passado já não existe, que o presente é o que vivo, e que o futuro é tanto de incerto, como de esperança.
E é a esse futuro que me tento agarrar, com todas as forças que tenho.
Se um dia sofrer como Jesus, aquilo que eu peço, é que como cristão, Jesus tenha piedade de mim, e me ajude a viver e a concretizar, todos os sonhos principais que tenho.
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