Este texto foi escrito no dia 14 deste mês.
Por isso está um pouco desatualizado.
Mas a ideia, está cá!!!
Dia de S. Valentim...
Mas que dia é esse, quando não se acredita no amor?
O amor é sinónimo de sofrimento, eu sei.
Mas para mim, amor nunca foi mais que isso.
São muitos desgostos amorosos em muito pouco tempo.
E o último ainda está muito bem patente na minha memória e no meu coração.
Aliás, não te consegui esquecer.
Nem sei se um dia vou conseguir...
Eu quando te pedi tempo e espaço, sabia efetivamente que facilmente irias arranjar alguém para ocupar o meu lugar.
Mas só agora é que caí na realidade.
Prioridades, cada um define as suas.
Mas infelizmente as tuas, já não sou eu.
As minhas eram...
Eu gosto muito de ti miúda.
E também sei que gostas de mim.
Mas a vida é uma merda.
É injusto para mim ter que encarar tudo.
Mas é triste para mim o facto de quando eu vou à minha terra, de tu arranjares mil e uma desculpas, só para não estares comigo.
E dói!!!
Dói muito!!!
Sobretudo quando se gosta.
Mas infelizmente nós somos um conto que já temos tudo contado.
E para mim custa-me ultrapassar isto tudo quando há reciprocidade, e quando eu olho para ti, e vejo que és a minha alma gémea, pelas determinadas razões que já frisei num dos textos anteriores.
Nós damo-nos tão bem!
Mas não há nada que possa fazer.
E por isso encararei este dia, enquanto não houver mudanças na minha vida, como outro dia qualquer.
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