Falo da nação...
De uma nação valente e imortal.
De uma nação que os seus governantes tentam tornar a cada dia que passa, mais frágil e mortal.
De uma nação que cada vez menos, tem qualidade de vida.
De uma nação em que boa parte da população é obrigada a abandonar o seu país, para conseguir alguma qualidade de vida, a pensar no futuro seu, e dos seus.
De uma nação que mesmo querendo formar incultos, fruto do seu método de ensino imposto, que continua a ter os melhores profissionais a nível mundial, nas mais diversas áreas.
E esses profissionais?
São desvalorizados por uma nação cada vez mais podre, fruto dos governantes frisados acima.
Profissionais esses que muitas vezes são obrigados a abandonar a nação que lhes viu crescer, à procura de serem valorizados nas suas áreas de relevo.
De uma nação que tem todas as condições para ser uma das maiores potências mundiais, mesmo não tendo riquezas.
Mas as maiores riquezas que esta nação tem, é sem dúvida as pessoas, o acolhimento e a humildade.
Humildade de um povo, em que esses governantes aproveitam-se e abusam a cada dia que passa.
Por saberem que esse mesmo povo não irá sair à rua para gritar.
Por saberem que ninguém lhes vai obrigar a embalar a trouxa e zarpar, citando o grande Zé.
Uma nação que quando os que estão fora regressam, dão um beijo à Zefa, e um abraço ao João.
Porque por muito grande que lhes possa parecer, são estes portugueses que têm o mundo na palma da mão (citando a banda "Xutos & Pontapés).
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