terça-feira, 17 de agosto de 2021

Vacina

Hoje trago um tema para os meus textos, que anda na boca do mundo.
Existem vários tipos de vacinas.
Existem as vacinas que se dão aos moços pequenos, a vacina de uma epidemia, que têm vendido como pandemia na Comunicação Social, para espalhar o medo pela população mundial (sabendo-se de antemão que o medo controla), e existe a vacina dos sofrimentos.
É desta última que vou falar.
A vacina dos sofrimentos que não é injetável com uma agulha, mas magoa muito mais que qualquer dose de cavalo que uma vacina deposita num organismo humano.
A vacina dos sofrimentos, que é exatamente como uma vacina normal.
Vejamos:
Uma vacina normal, tem componentes controladas de um determinado vírus, que faz com que ao ser injetado num corpo humano, que o organismo se habitue a esse determinado vírus (não é muito bem o que acontece com essas novas pseudo-vacinas, mas passemos).
E a vacina do sofrimento, acaba por ser igual.
A única diferença, é que a vacina dos sofrimentos, nós não escolhemos apanhar.
Simplesmente a vida obriga-nos a tomar.
E outro facto desta vacina do sofrimento, é que não tem as componentes controladas desse vírus.
É uma vacina que nos faz ter esses efeitos secundários, quando caímos no fundo, muitas vezes em coisas que nós nos arrependemos de fazer.
Mas o organismo começa a recuperar com o tempo, e cada novo sofrimento, acabamos por encarar como mais um.
Já não nos "rebenta" tanto sofrer, depois de vacinados com essa vacina do sofrimento, mesmo testando positivo ao sofrimento, e tendo sintomas a esse mesmo sofrimento.
Mas aí, o organismo já está habituado.
Já temos muitas mais forças para lidar com mais um sofrimento, do que quando lidamos com os primeiros.
Porque a vacina que não me mata, é a vacina que me torna mais forte.

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