Hoje trago um tema para os meus textos, que anda na boca do mundo.
Existem vários tipos de vacinas.
Existem as vacinas que se dão aos moços pequenos, a vacina de uma epidemia, que têm vendido como pandemia na Comunicação Social, para espalhar o medo pela população mundial (sabendo-se de antemão que o medo controla), e existe a vacina dos sofrimentos.
É desta última que vou falar.
A vacina dos sofrimentos que não é injetável com uma agulha, mas magoa muito mais que qualquer dose de cavalo que uma vacina deposita num organismo humano.
A vacina dos sofrimentos, que é exatamente como uma vacina normal.
Vejamos:
Uma vacina normal, tem componentes controladas de um determinado vírus, que faz com que ao ser injetado num corpo humano, que o organismo se habitue a esse determinado vírus (não é muito bem o que acontece com essas novas pseudo-vacinas, mas passemos).
E a vacina do sofrimento, acaba por ser igual.
A única diferença, é que a vacina dos sofrimentos, nós não escolhemos apanhar.
Simplesmente a vida obriga-nos a tomar.
E outro facto desta vacina do sofrimento, é que não tem as componentes controladas desse vírus.
É uma vacina que nos faz ter esses efeitos secundários, quando caímos no fundo, muitas vezes em coisas que nós nos arrependemos de fazer.
Mas o organismo começa a recuperar com o tempo, e cada novo sofrimento, acabamos por encarar como mais um.
Já não nos "rebenta" tanto sofrer, depois de vacinados com essa vacina do sofrimento, mesmo testando positivo ao sofrimento, e tendo sintomas a esse mesmo sofrimento.
Mas aí, o organismo já está habituado.
Já temos muitas mais forças para lidar com mais um sofrimento, do que quando lidamos com os primeiros.
Porque a vacina que não me mata, é a vacina que me torna mais forte.
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